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GAI - Gabinete de Apoio e de Intervenção

Projecto da responsabilidade da apie - Associação Portuguesa de Investigação Educacional - Para esclarecer, sensibilizar e intervir.

GAI - Gabinete de Apoio e de Intervenção

Projecto da responsabilidade da apie - Associação Portuguesa de Investigação Educacional - Para esclarecer, sensibilizar e intervir.

Consultório - Drª Sónia Pereira - Entidade parceira em Paço de Arcos


O Projecto Crescer & Aprender surgiu em 2005 e foi acolhido pelos Bombeiros Voluntários de Paço de Arcos. Realizamos consultas de avaliação psicológica, reeducação da dislexia e psicoterapia de apoio a preços bastante acessíveis, por serem proporcionais aos rendimentos do agregado familiar (desde 10 euros por consulta). Realizamos também formações para professores, técnicos de saúde, auxiliares de acção educativa e pais. Estamos disponíveis para atender a criança na própria escola (zonas de Oeiras, Paço de Arcos, Amadora e Almada), sem qualquer custo adicional.

 

Morada: Av. Senhor Jesus dos Navegantes (junto à CP Paço de Arcos)

Contacto:

91 412 84 34

contacto@consultorio-psicologia.com

http://www.projectocresceraprender.blogspot.com/


 

Depoimento

Todas estas pessoas ficariam bem mais saudáveis e gastariam muito menos dinheiro, se assistissem verdadeiramente a concertos a sério com música a sério, a coreografias com dança a sério e fossem visitar exposições com pintura, escultura, fotografia em arte a sério. Ou ainda, se se matriculassem em academias, conservatórias ou escolas de música, arte ou dança para praticarem a sério a música, a dança e a pintura, desenho, escultura, fotografia... etc. Ou seja, não há nada que melhor nos faça à nossa saúde, do que fazermos coisas a sério em vez de andarmos para aí a fingir.

 


 

Depoimento

Estando inserido nesta sociedade cruel e desumana,que tanto se preocupa com o seu proprio egoismo,nao consigo entender como e possivel passar ao lado do menino/a "diferente"e ficar impavido e sereno como se os olhos nada vissem e o coraçao nada sentisse.É tempo de todos nos preocupar-mos com a diferença e criar-mos estruturas morais e educacionais para estas pessoas tao bonitas serem,eles,também felizes...nao falo em esmolas,falo em quebrar preconceitos e em quebrar barreiras de isolamento.Falo num ensino capaz e adaptado a cada ser "diferente" falo em Amor e em risos iguais para almas iguais.Falo em sensibilizar nas escolas para que as crianças sejam integradas e nao alvo de exclusao.Temos esta responsabilidade de mudar os valores. E tempo de os pais serem unidos e exigir politicas sociais e de educaçao para os governantes;nao disse pedir!Disse exigir!!Eles teem que que governar para os mais necessitados e as pessoas "diferentes"sao parte integrante da nossa sociedade. Lamento quando me olho ao espelho e vejo em mim um homem bonito porque me amo e quando tantos se olham em outros espelhos e choram porque sabem que tantos seres humanos os preferem ignorar...apenas porque sao "diferentes" As mães e pais que amam seus meninos "diferentes"o meu muito obrigado e o meu abraço de fraternidade. Com amor:

AMÂNDIO

Apoio on-line

Possuo uma aluna com diagnósticos de microencefalia, ADNP, e anóxia como devo proceder com a educação dela pois ela está numa escola particular com crianças de 5 anos . Estou perdida procuro orientação se puder me ajudar a encontrar sites agradecia.


Boa noite... A microencefalia é um transtorno que se caracteriza por um cérebro pequeno, que pode ser causado por problemas na proliferação das células nervosas. A microencefalia pode ser associada a problemas maternos tais como o alcoolismo, as diabetes, ou o sarampo. Em alguns casos, o factor genético desempenha um papel importante. Os recém-nascidos afectados possuem geralmente defeitos neurológicos e apresentem convulsões. É comum que apresentem também atraso mental e problemas ao nível das funções motoras que podem ocorrer durante o seu desenvolvimento. O Atraso Global do Desenvolvimento Psicomotor pode ser definido como um atraso significativo em vários domínios do desenvolvimento, nomeadamente ao nível da motricidade fina/grosseira, da linguagem, da cognição, das competências pessoais e sociais, das actividades da vida diária, etc. As crianças com atraso global do desenvolvimento psicomotor devem ser sinalizadas e orientadas, usufruindo de medidas pedagógicas e de reabilitação apropriadas, assim como, mantendo um acompanhamento clínico activo como medida de prevenção. Trabalhar com crianças deficientes, exige um trabalho mais específico nas áreas sociais, psicossociais, sensoriais, de autonomia e independência pessoal contudo a vertente cognitiva não pode ser descurada. A intervenção educativa dentro da sala de aula parte, inicialmente, da consciencialização, por parte do professor, de que a criança tem limitações e da descoberta das causas das mesmas. Aspectos como o relacional contribuem para, através de uma atitude empática, levar a criança a sentir-se reconfortada, amparada, segura e suplantar as dificuldades que manifesta. Em casos mais graves, a intervenção educativa passa pelo incentivo do uso da linguagem e pela consciencialização no outro, de que a comunicação é um acto que coexiste em contexto de interacção social. A fala surge, assim, espontaneamente como um meio de troca de experiências. O professor deverá planificar uma intervenção centrada nos domínios da aprendizagem, ou seja, no ensino directo das áreas em que a criança apresenta dificuldades, quer se trate da leitura, da matemática ou de qualquer outra área, sem nunca perder de vista as suas capacidades e interesses. Neste contexto é importante considerar os objectivos que assistem ao desenvolvimento da linguagem: encorajar o uso da fala para se expressar; cria condições de aprendizagem de palavras novas; incentivar a compreensão e a produção de fala, e que o professor deve ter sempre presentes. É por isso importante a definição dos objectivos, dentro das limitações/possibilidades da criança, que visem desenvolver os aspectos linguísticos, nomeadamente no domínio da fala, da leitura e da escrita, incentivar a descoberta do mundo e contribuir para o seu desenvolvimento cognitivo. Considerando o desenvolvimento como o conjunto das mudanças que ocorrem na organização do pensamento e que resultam da aquisição de novos conhecimentos cabe ao professor fornecer à criança conceitos e teorias que lhe possibilitem a formação de um conjunto de conhecimentos estruturados, que, por sua vez, quando confrontado com um problema, viabilizem a construção de uma representação que o conduzirá à sua resolução. Desta forma a intervenção deve centrar-se na aquisição de conhecimentos, isto é, nas áreas escolares pois é neste contexto que se devem procurar as formas de optimizar o processo de ensino / aprendizagem, no caso de se tratar de crianças com dificuldades de aprendizagem e de desenvolvimento. Uma vez detectada a necessidade de se incidir nas áreas específicas para promover uma determinada aquisição, por parte dos alunos com dificuldades de aprendizagem, a planificação das actividades e das estratégias passa a ser uma das preocupações fundamentais neste domínio. A melhor forma de viabilizar este tipo de ensino é através da instrução directa. Esta refere-se ao modo de ensino em que o professor promove uma nova aprendizagem através da apresentação do conteúdo e em que é permitido ao aluno testar a sua capacidade de compreensão e domínio da matéria, mediante uma prática orientada. Esta caracteriza-se por se centrar nos conteúdos académicos que devem ser analisados em pequenas unidades e por apelar a métodos directivos em que o professor assume um papel central.

Aqui ficam alguns links de interesse (artigos e formas de intervenção):

http://edif.blogs.sapo.pt/19654.html

http://www.sitiodosmiudos.pt/sitio.asp

http://www.junior.te.pt/servlets/Jardim?P=Jogos

http://www.asolutionforyou.com/Parking%20Game/scoregame/Game.htm

http://www.coloring.com/pictures/choose.cdc

http://www.domingosnotransito.pt/domingos.htm

http://cantinhodateresa.no.sapo.pt/

http://mocho.pt/cab/

http://nonio.eses.pt/contos/andersen.htm

http://www.meddybemps.com/letterary/guide_and_archives.html

http://www.spotthedifference.com/

http://web.educom.pt/escolovar/mat_2operacoes_descobrre_10numeros.swf

http://jogoseducativos.jogosja.com/

http://www.noddy.com/funtime/index_pt.html

http://www.mathplayground.com/math_manipulatives.html

http://www.cercifaf.org.pt/mosaico.edu/ca/index_ca.htm

http://www.estadinho.com.br/index3.html

http://www.poissonrouge.com/

http://nonio.eses.pt/fabulas/

http://web.educom.pt/escolovar/musica_jogos.htm

 

Boa sorte!


 

Depoimento

As reprovações nas escolas públicas vão ser gradualmente banidas e a tendência será a de que ao fim de 12 anos de escola todos os alunos possam ter o 12.º ano de escolaridade, fazendo subir com isso os índices de escolarização dos portugueses. O nível de conhecimentos adquiridos será inevitavelmente muito baixo, mas o que importa são as ESTATÍSTICAS, e assim Portugal poderá figurar "orgulhosamente" na lista de países com maior número de anos de escolaridade. O 12.º ano vai ser em breve a escolaridade mínima obrigatória. Embora os jovens passem a sair do sistema de ensino com poucos conhecimentos académicos, pelo menos, enquanto por lá andam também não figuram nas estatísticas dos desempregados, o que também é bom para as tais ESTATÍSTICAS. Assim, o facto de virem a exibir o certificado de habilitações do 12.º ano deixará em breve de dar qualquer indicação às entidades empregadoras relativamente às reais qualificações dos jovens que então vão sair das escolas e, em consequência, terão que ser as entidades empregadoras a testar os conhecimentos dos candidatos aos empregos que oferecerem E não começaram já a fazê-lo há algum tempo? Os alunos que frequentarem as escolas públicas poucas possibilidades terão de atingir os necessários conhecimentos para prosseguirem os estudos. Assim, os pais que desejem para os seus filhos um curso superior terão que começar a consciencializar-se desde já que a escola pública não será o caminho aconselhável para a preparação dos seus filhos, mesmo que sejam crianças inteligentes e interessadas. O ambiente não será o melhor para que tenham sucesso por vários motivos:

1.º) na mesma sala coexistirão muitos alunos com fracos conhecimentos, porque não havendo reprovações, não haverá necessidade de empenho, nem nos estudos, nem na assiduidade às aulas;
2.º) com o fim do ensino especial terão por colegas jovens com deficiências várias: auditivas, de comunicação e até psíquicas;
3.º) porque todos os jovens são obrigados a frequentar a escola enquanto menores, mesmo que por ela não revelem qualquer interesse, terão por colegas outros jovens que apenas por lá andam porque o sistema a isso os obriga. Alguns deles utilizam a escola, os colegas e até os professores para se divertirem, gozando-os e boicotando as aulas.

Enfim, o Ensino vai de mal a pior em Portugal. MAIS IMPORTANTE DO QUE O SUCESSO OU INSUCESSO ESCOLAR É A CREDIBILIDADE DO SISTEMA.

Apoio on-line

Caros senhores, sou professora de Biologia e uma das turmas que me foi atribuída tem um aluno cego. Acontece que é um curso tecnológico mais especifico e não podemos contar com a professora de Ensino Especial que é única para 50 crianças do agrupamento. Já fui professora do D. no 9º ano e tudo correu mais ou menos bem uma vez que as exigências e o tempo também eram menores. Agora este curso exige muito mais, temos tempo para trabalhar em conjunto e descobrir mais apoio tecnológico, no entanto quase não existem "receitas" para ajudar. Os programas que "traduzem" texto para som são em inglês, os conversores para mp3 são muitíssimo caros, o software para o portátil do D. é incomportável para a família,... Pesquiso, pesquiso e não encontro nada acessível. Invento e faço trabalhos manuais com colagens e relevos, mas o D. já está no Secundário, já não é tempo de brincar, já não é altura de nos preocuparmos em dar-lhe a escolaridade obrigatória, agora temos que lhe dar as ferramentas para ser um cidadão trabalhador capaz e de acordo com as suas capacidades cognitivas que são muitas mais que alguns dos alunos ditos normais. Peço desculpa pelo desabafo. Obrigada! 


Colega... Desde já os nossos parabéns por não se conformar com a actual conjuntura do sistema educativo português. É importante partilhar ideias, problemas, sugestões, trocar experiências... Só assim andaremos para a frente, com humanidade e solidariedade. É sempre importante inovar as estratégias e metodologias, porém, a falta de recursos materiais, espaciais e humanos dificultam um pouco a nossa tarefa como educadores. Por outro lado, o governo e o seu ministério apresentam mudanças ineficazes e contraditórias; que caminham num sentido inverso ao da qualidade e do sucesso educativo desejados por professores, pais e alunos. Enfim... O país que temos - É necessário inventar novamente o ensino, mas também é fundamental inventar novos políticos! A Deficiência Visual é um dano do Sistema Visual na sua globalidade ou parcialmente podendo variar quanto às suas causas (traumatismo, doença, malformação, deficiente nutrição) e/ou natureza (congénita, adquirida, hereditária) e traduz-se numa redução ou numa perda de capacidade para realizar tarefas visuais (ler, reconhecer rostos). Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a deficiência visual engloba 2 grandes categorias: a Cegueira e a Amblíopia, diferenciadas em função dos critérios "acuidade visual" (do melhor olho após correcção) e "campo visual". De um ponto de vista do desenvolvimento da pessoa com deficiência visual, a Cegueira pode ser de três tipos: congénita (se surge dos 0 ao 1 ano de idade); precoce (se surge entre o 1º e o 3º ano de idade); adquirida (se surge após os 3 anos de idade).

Em baixo deixamos alguns links de interesse:

http://www.electrosertec.pt/pdf/O%20Alfabeto%20Braille.pdf

http://www.gesta.org/braille.htm

http://www.acessibilidade.net/mecbraille/braille.php

http://www.acessibilidade.net/mecbraille/

http://softwarelivre.sapo.pt/bvox

http://domelhor.net/story.php?id=23114

http://www.megaserafim.pt/index.php?option=com_content&task=blogsection&id=8&Itemid=117

http://www.ajudas.com/parceiroVer.asp?id=6

http://www.ajudas.com/prdLista.asp?tipo=area&sel=Acesso%20ao%20Computador&catg=Programas%20para%20o%20Computador

http://electrosertec.pt/esert/index.php

http://www.electrosertec.pt/catalogonov2004.txt

http://netin.ese.ipcb.pt/kit/Programas%20CD/ATs/ElectroSertec/Website/index.htm

http://netin.ese.ipcb.pt/kit/Programas%20CD/ATs/ElectroSertec/Website/produtos/pc_acesso.htm

http://www.lerparaver.com/taxonomy/term/1?page=3

http://www.hotfrog.pt/Produtos/Ajudas-T-cnicas-Para-Cegos

http://www.ajudas.com/notVer.asp?id=1361

http://student.dei.uc.pt/~edgar/paui/

http://agfigueiro.ccems.pt/depmatcn/Invisuais.htm

http://www.acapo.pt/news.asp?id=287

Qual dúvida contacte!


Apoio on-line

O meu primo tem 3 anos e foi-lhe recentemente diagnosticada a Síndrome do X Frágil. Não sabíamos nada da doença e caiu-nos de pára-quedas. Já fomos a um geneticista, a um pedopsiquiatra, mas andamos um bocado perdidos. Também já tentamos contactar com a Associação Portuguesa da Síndrome do X frágil, mas sem sucesso. Onde mais nos poderíamos dirigir? Precisamos de orientação... Obrigada pela atenção


Boa noite... Em traços gerais, as características físicas e comportamentais do X-Frágil são muito heterogéneas e diversas. Na infância podem ser comuns as manifestações de hiperactividade e de timidez. O síndrome X-Frágil no que diz respeito às dificuldades de aprendizagem, pode ser manifestado em diferentes níveis ou graus, tais como: moderado, severo, etc. Durante o percurso escolar podemos verificar características, como a falta de atenção, dificuldades de aprendizagem, imitações, discurso repetitivo, agressividade, entre outros. Na puberdade há uma tendência para o isolamento social, podendo por vezes chegar à depressão. As características físicas (que variam consoante a idade) são nesta fase: predominância de faces alongadas, hipersensibilidade das articulações, testículos aumentados, dificuldade em sustentar o olhar, aumento da agressividade, etc. O síndrome X-Frágil pode atingir vários membros de uma mesma família, sem revelar características físicas marcantes. Os sinais e sintomas do X-Frágil podem ser semelhantes a outros casos de atrasos e distúrbios gerais de desenvolvimento, necessitando de confirmação através de exame genético. Este síndrome pode afectar famílias de todas as raças e grupos, étnicos, sendo mais comum nos homens do que nas mulheres. O tipo de intervenção efectuado ao nível da aprendizagem no aluno com X-Frágil, deve resultar de um trabalho conjunto entre: Encarregados de Educação; Professores / Educadores; Psicólogos; Médicos; Técnicos; Outros Funcionários. Deve assentar numa fase inicial, na Estimulação Global e posteriormente numa abordagem Escolar e Académica, de forma a elevar qualitativamente a: Cognição; Autonomia Pessoal e Social; Comunicação; Domínio Sócio-Afectivo; Domínio Sensorial / Perceptivo; Psicomotor; etc. É de extrema importância que o aluno com X-Frágil (tendo em conta o seu grau) beneficie de actividades tais como a Educação Física ou Expressão e Educação Físico-Motora, a Psicomotricidade, ou inclusivamente a abordagem de um desporto específico (de grau recreativo ou competitivo) como a natação, desportos de combate, desportos colectivos, etc. Contribuindo para um desenvolvimento físico e intelectual mais harmonioso e saudável. As crianças e jovens com X-Frágil deverão também usufruir de áreas onde se desenvolvam actividades de: Expressão Dramática, Expressão Musical, Artes Plásticas, entre outras. Apoiando o Processo de Ensino-Aprendizagem de uma forma mais eficaz e consequentemente contribuindo para uma evolução ao nível da Autonomia, Cognição, Comunicação, etc. O aluno deve beneficiar de sessões de Apoio Psicológico, Terapia da Fala e Terapia Ocupacional, se necessário. Na sala de aula, nos gabinetes técnico especializados, assim como em todos os espaços onde o aluno realize actividades, as condições de trabalho devem ser as ideais (materiais, espaciais e humanas) e os grupos de alunos devem ser reduzidos (de modo a possibilitar um maior acompanhamento e individualização do ensino). Ao nível académico, deve existir uma preocupação em “avançar” ao máximo no domínio das aquisições ao nível da escolaridade, assim como efectuar um trabalho de manutenção de todos os conhecimentos já adquiridos. Numa fase mais avançada, o jovem aluno deve ser orientado para estágios e unidades de pré-formação, tendo em conta as suas capacidades, as suas motivações, o seu desembaraço, proporcionando-lhe os conhecimentos e competências básicas para uma futura integração na vida activa. Para que haja um maior sucesso do Processo Ensino-Aprendizagem, é fundamental o diálogo entre todos os intervenientes na educação do aluno (Professores, Técnicos e Encarregados de Educação), de forma a possibilitar uma maior qualidade da Intervenção Educativa.

 

Contactos úteis:

 

Associação Portuguesa da Síndrome do X frágil

 

Rua Bento de Jesus Caraça,
61 - Aldeia do Juzo

2750-022 Cascais

Concelho: Cascais

Distrito: Lisboa

Telefone:      214 850 362

Telemóvel:   965 890 833 / 968 748 804

Email:           ntbastos@mail.telepac.pt

 

Hospital Pediátrico de Coimbra

Avenida Bissaya Barreto
3000-076 Coimbra Tel:
Geral: 239480300
Urgências: 239480321
Consultas Externas: Centro de Desenvolvimento da Criança: 239480601; Especialidades Cirúrgicas: 239480633
; Especialidades Médicas: 239480632
Secretaria: 239480310 Fax: 239717216 E-Mail:
correio.hpc@chc.min-saude.pt

Aqui ficam alguns links de interesse (artigos, associações, acompanhamento):

http://www.anamarisabrito.com/

http://edif.blogs.sapo.pt/16871.html

http://edif.blogs.sapo.pt/15814.html

http://edif.blogs.sapo.pt/14245.html

http://edif.blogs.sapo.pt/14509.html

http://edif.blogs.sapo.pt/14693.html

http://edif.blogs.sapo.pt/14890.html

http://edif.blogs.sapo.pt/15223.html

http://edif.blogs.sapo.pt/15365.html

http://edif.blogs.sapo.pt/15903.html

http://edif.blogs.sapo.pt/16291.html

http://edif.blogs.sapo.pt/16488.html

http://edif.blogs.sapo.pt/7971.html

http://www.appda-lisboa.org.pt/federacao/autismo.php

http://www.xfragil.org.br/

http://www.ib.usp.br/textos/xfragil/

http://www.xfragil.com.br/

http://www.xfragil.com/

http://www.ctv.es/USERS/jgab/indice.htm

 

Qualquer coisa contactem. Estaremos ao dispor.

 


 

Apoio on-line

Adorei tudo que li e gostaria se pudesse me ajudar estou sem saber que práticas seriam mais adequadas a um aluno com deficiência mental severa e hiperactivo, vocês têm algo que me possa ajudar desde já muito obrigado.


Olá... Para definirmos deficiência mental temos, obrigatoriamente, de pensar em quociente de inteligência, na medida em que esta deficiência interfere directamente com o funcionamento intelectual de qualquer ser humano. Contudo, nem todos os seres humanos possuem um desenvolvimento intelectual igual entre si, alguns sofrem de distúrbios intelectuais que advém de causas diversas. Os indivíduos que se enquadram neste nível necessitam geralmente de protecção ou de ajuda, pois o seu nível de autonomia pessoal e social é muito pobre. Por vezes têm problemas psicomotores significativos. Poderão aprender algum sistema de comunicação mas a sua linguagem verbal será sempre muito débil. Podem ser treinados em algumas actividades de vida diária (AVD) básicas e aprendizagens pré-tecnológicas muito simples. Aqui ficam e de uma forma muito geral algumas formas de intervenção: Terapia ocupacional: O objectivo da terapia ocupacional é tornar a pessoa a mais autónoma possível, na realização das suas actividades do dia-a-dia, ao nível da higiene, cuidados pessoais, relacionamento com os outros, trabalho, escola e lazer (apesar das incapacidades que possa apresentar). O terapeuta ocupacional pode intervir junto de crianças e/ou adolescentes com problemas diversos a nível do desenvolvimento psicomotor, deficiências ou síndromes específicos e que impossibilitem um bom desempenho ocupacional. Pode ainda, intervir directamente com os seus utentes, como poderá solicitar a participação dos familiares, professores ou outros profissionais que acompanham a criança e/ou adolescente. Terapia da fala: É o serviço de saúde a que compete a prevenção, avaliação/diagnostico, tratamento e estudo científico da comunicação humana e suas perturbações, considerando que esta engloba todas as funções associadas é compreensivo e expressão da linguagem oral e escrita, assim como todas as formas de comunicação não-verbal. O objectivo é promover a eficácia comunicativa da pessoa (criança ou adulto) no seu meio social, educacional e profissional, tendo em consideração quer as suas características pessoais, quer as do meio envolvente. Apoio psicológico: A actuação do psicólogo junto aos portadores de deficiência mental tem-se restringido à triagem e avaliação. Os portadores de deficiência mental sofrem da mesma problemática psicológica que os ditos "normais", agravada pela discriminação e rejeição social a que são submetidos. Porém, se tiverem as condições adequadas, mostram-se perfeitamente capazes de reflectir de e expressar os seus sentimentos. O apoio psicológico com o portador de deficiência mental pode ser decisivo para o seu crescimento emocional e existencial, através do crescimento do seu repertório de comportamentos adaptativos, do conhecimento dos seus limites e do desenvolvimento dos meios de superar e/ou aceitá-los. Hipoterapia: A Hipoterapia é uma actividade terapêutica destinada a indivíduos com deficiência. É um tratamento dinâmico que utiliza o movimento do cavalo desenvolvendo o equilíbrio, postura, mobilidade, bem como a parte cognitiva.  Isto porque, montar a cavalo oferece benefícios devido à transmissão contínua de movimentos entre o cavalo e o cavaleiro O movimento do cavalo oferece uma variedade de ritmos cadenciados, que dá a possibilidade, de um ponto de vista terapêutico, graduar o nível de sensações que o paciente recebe. O passo do cavalo, que é o seu movimento mais lento, é composto por quatro tempos. Os membros do cavalo movem-se em diagonal dissimétrica, ou seja, um membro de cada vez. O movimento proporcionado pelo cavalo é semelhante ao do homem, composto por três partes: movimento vertical, rotativo e longitudinal. Educação física: Como é sabido, o exercício físico e consequentemente a educação física produzem nas crianças, jovens e adultos diversos benefícios: cognitivos, fisiológicos, físicos. A educação física tem como objectivo auxiliar o desenvolvimento harmonioso do corpo e da mente, contribuindo para a formação da criança/jovem de uma forma geral, ao nível da saúde, na vida em sociedade. A actividade física regular contribui para ajudar no desenvolvimento dos músculos e no desempenho das suas funções (orientadas pelo sistema nervoso), melhorar o funcionamento do sistema respiratório e circulatório e pode ainda servir para evitar algumas doenças. Actividades aquáticas: A natação e/ou actividades aquáticas são fundamentais para um desenvolvimento harmonioso das qualidades físicas, psicológicas e sociais de todas as pessoas, independentemente das suas capacidades e “limitações”. Este tipo de actividade produz efeitos benéficos para o aluno portador de deficiência, quer seja física ou mental. A água apresenta algumas características que facilitam de certa forma o deslocamento sem muito esforço, auxiliando o equilíbrio do aluno com Necessidades Educativas Especiais e permitindo a execução de movimentos que fora de água seriam difíceis ou até impossíveis de realizar. Para além disto, a frequência deste tipo de actividade contribui para o fortalecimento dos músculos, para o aumento do equilíbrio, para o relaxamento muscular e da coluna vertebral, para a diminuição de espasmos, para o aumento da amplitude dos movimentos corporais, para a melhoria da postura, para o alívio de dores e das tensões do foro psicológico, entre outras coisas. Arte Plástica: A arte plástica pode auxiliar: na reabilitação (física e mental); na expressão de sentimentos e sensações (por exemplo: para crianças que não se conseguem expressar por palavras); elevar a motricidade geral (através do desenho, pintura, colagens, corte, etc.); desenvolver o sentido estético (preocupação pela beleza e estética); aumentar a capacidade criadora (desenvolvendo a imaginação); proporcionar a cooperação com os colegas (o trabalho de grupo e a entre – ajuda); elevar a autonomia (pessoal e social); entre outros. A arte plástica pode ser desenvolvida por professores; educadores e outros funcionários nas salas de aula através de actividades de expressão e educação plástica; em locais próprios criados para o efeito especializados ou não numa área (exemplo: oficina das madeiras; complemento de expressão plástica, atelier de pintura, etc.) vocacionados para o trabalho de um ou mais materiais. Pode ainda, ser utilizada como terapia nos gabinetes técnico especializados, como forma de auxílio ao trabalho realizado ao nível da psicologia, psicomotricidade, terapia da fala e terapia ocupacional. Psicomotricidade: O psicomotricista estuda e compensa a expressão motora inadequada ou inadaptada, em diversas situações geralmente ligadas a problemas de desenvolvimento e de maturação psicomotora, de comportamento, de aprendizagem e de âmbito psico-afectivo. Pode ser utilizada em situações de: incidência corporal (dispraxia, desarmonias tónico-emocionais, instabilidade postural, perturbações do esquema corporal e da lateralidade, estruturação espacial e temporal, perturbações da imagem corporal, problemas psicossomáticos); de incidência relacional (dificuldades de comunicação e de contacto, inibição, hiperactividade, agressividade); de incidência cognitiva: no plano do processamento informacional: défices de atenção, de memória, de organização perceptiva, simbólica e conceptual). A utilização das novas tecnologias: Informática educativa: Ela visa desenvolver o raciocínio lógico, a percepção, a coordenação motora, a noção de lateralidade, o reconhecimento de espaço, noções de conhecimentos gerais, estímulos visuais e auditivos, estímulos competitivos e cooperativos, aquisição de conhecimentos e outras habilidades. Informática musical: Utilizando um software para visualizar as frequências sonoras, o aluno consegue distinguir sons graves, médios e agudos, facilitando a aprendizagem de um instrumento musica. Informática de parceria: Nesta modalidade, a família tem acesso às aulas de seus filhos, havendo uma troca entre os softwares educativos usados na sala de aula e os utilizados em casa, permitindo que a família reveja os conteúdos ministrados em sala de aula (e participe no processo de aprendizagem).Informática participativa: Visa estimular a navegação na Internet, estimulando o aluno a participar de fóruns e debates. Informática integradora social: Permite aos alunos actuar de forma criativa e eficiente na realização de trabalhos, utilizando o computador. Informática de comunicação: Utilização de softwares para facilitar a aprendizagem e a comunicação (quando necessário). Informática terapêutica: Esta modalidade beneficia especialmente alunos com deficiência física e auditiva, que utilizam o computador como uma "prótese" de comunicação. Esse processo acontece em função da interacção terapeuta/paciente/computador. Informática profissionalizante escolar: Tendo o professor como orientador, o aluno pode actuar como monitor no laboratório de informática ou como auxiliar de outros professores no preparo de aulas e testes. Expressão musical: A expressão musical oferece ao indivíduo o acesso à música enquanto arte, linguagem e conhecimento. A educação musical, assim como a educação geral e plena do indivíduo, acontecem naturalmente na escola e na vida em sociedade. A Expressão Musical assenta num trabalho de exploração de sons e ritmos, que a criança produz e explora espontaneamente e que vai aprendendo a identificar/produzir, com base num trabalho sobre os diversos aspectos que caracterizam os sons. Expressão dramática: A expressão dramática, no seu sentido etimológico, remete-nos para uma exteriorização pela acção. Enquanto actividade artística, trata-se de uma forma de expressão – comunicação pela acção fictícia. Tendo como elementos fundamentais o corpo, a voz, o espaço e os objectos integra normalmente outras formas de expressão para recriar e tornar presentes pela “imitação” acções e situações passadas ou imaginariamente futuras.

Em baixo deixamos alguns links de interesse. Esperamos que sejam uteis.

http://edif.blogs.sapo.pt/568.html

 

http://webleones.home.sapo.pt/mental.html

 

http://www.gforum.tv/board/300608-post4.html

 

http://www.mamaminha.com/teste_pezinho.shtml

 

http://cerfapie.blogs.sapo.pt/38558.html

 

http://desciclopedia.pt/wiki/Transtorno_do_d%C3%A9ficit_de_aten%C3%A7%C3%A3o_com_hiperatividade

 

http://www.anamarisabrito.com/

 

http://diferenteseexcepcionais.blogs.sapo.pt/tag/tdah

 


Apoio on-line

Olá como mãe de um menino especial fiquei muito feliz por ter encontrado o vosso site. Nunca é demais lembrar esta problemática ,muitas vezes esquecida ou ignorada. Já bastam as dificuldades inerentes ás doenças em especifico quanto mais as barreiras q se encontram no dia a dia. O meu filho tem uma doença rara sindrome de angelman, mt pouco conhecida, está integrado num infantário publico onde tem tido mt apoio. Desde já posso dizer q o menino tem feito francas evoluções graças ao empenho da educadora. Acredito q mt do futuro dele depende daquilo q for feito agora. Por tudo isto só tenho q ficar feliz por existirem pessoas como vocês que se preocupam com situações como estas. BEM HAJAM.

 


Ficamos felizes pelos progressos do seu filhote e já agora deixamos algumas linhas acerca da temática... O síndrome de Angelman foi descrita em 1965 por Harry Angelman, que verificou a existência do distúrbio em crianças com retardamento mental grave e crises de riso. Caracteriza-se clinicamente por baixo tónus muscular (hipotonia), atraso no desenvolvimento neuropsicomotor (demora para começar a sentar, engatinhar, caminhar e falar), retardamento mental grave, ausência de fala e convulsões. As crises de espasmos iniciam-se por volta de 1 ano e meio. Costumam ser acompanhadas de febres altas, que podem ser controladas e desaparecer com o tempo. Outras características importantes são incapacidade de coordenar movimentos musculares voluntários (ataxia), acessos de risos (provocados ou não) e secreção excessiva de saliva (sialorréia). Fisicamente, os portadores do síndrome têm boca grande, queixo proeminente, dentes espaçados e língua protusa. A forma de caminhar é típica: os passos são largos e o andar ocorre aos trancos (espasmódicos), com os braços flexionados e as mãos caídas. A criança começa a andar somente por volta dos 3 ou 4 anos de idade. Algumas podem apresentar distúrbios de sono, hiperatividade, comportamento agressivo e cor da pele mais clara que a dos pais (hipopigmentação). Relativamente ao desenvolvimento psicomotor, as crianças com síndrome de Angelman apresentam , geralmente, um défice cognitivo muito grave, com marcados atrasos nas aquisições motoras (algumas das crianças com esta síndrome nunca virão a andar, mas uma boa parte conseguirá fazê-lo pelos seis anos de idade, embora com as limitações já apontadas) e linguísticas (na maioria dos casos, não há aquisições verbais ou dizem menos de seis palavras; contudo, parece haver, em certas crianças, uma razoável capacidade para a utilização de gestos). A observação do comportamento da criança é de grande ajuda no diagnóstico das mais novas, em que as características faciais ainda são pouco reveladoras. Os portadores têm aspecto sorridente e riem com frequência, mesmo quando o estímulo é mínimo. Quando riem, costumam abanar as mãos, o que também ocorre em momentos de excitação. Além disso, crianças com o síndrome gostam de brincar com a água e apreciam barulho e imagens reflectidas em espelhos. O estudo do eletroencefalograma (EEG) pode ser útil no diagnóstico, mas algumas evidências da doença dependem da idade do portador e podem não estar presentes em crianças mais velhas. Os progenitores dos pacientes apresentam risco de recorrência que pode variar de 1% a 50%, dependendo do mecanismo genético envolvido na origem do problema. Há relatos de portadores na mesma família que não apresentam anomalias cromossómicas. Deixamos agora alguns links de interesse...

http://edif.blogs.sapo.pt/38868.html

http://www.angelman.org.br/site/?pagina=1731

http://wiki.educartis.com/wiki/index.php?title=S%C3%ADndrome_de_Angelman

http://saci.org.br/index.php?modulo=akemi&parametro=20145

http://gballone.sites.uol.com.br/infantil/dm3.html

http://www.bengalalegal.com/angelman.php

http://www.lookfordiagnosis.com/mesh_info.php?term=S%C3%ADndrome+De+Angelman&lang=3

http://www.globalhealthlibrary.net/php/decsws.php?tree_id=C16.131.077.095&lang=pt

http://www.nppd.ms.gov.br/artigo.asp?art_id=38

http://www.pcd.pt/

 


Apoio on-line

Sou professor de Educação Visual e Tecnológica e tenho, pela primeira vez, um aluno autista integrado numa turma de ensino regular. O aluno em questão revela comportamentos bastante imprevisíveis e por vezes agressivos, que dificultam muito a minha tarefa. Apesar de já ter tentado dinamizar com este aluno diferentes actividades relacionadas com a disciplina, como pintar a guache, manusear pasta de modelar, desenhar e pintar, ainda não consegui encontrar nenhuma que motivasse verdadeiramente o aluno uma vez que ele não revelou qualquer interesse pelas propostas de trabalho que tentei implementar, rejeitando-as quase de imediato. Face a esta situação e à especificidade do aluno, sinto-me incapaz de realizar um trabalho pedagogicamente útil e adequado. Peço a vossa ajuda para encontrar materiais de apoio ou actividades de expressão plástica adequadas a crianças com autismo, que possa desenvolver nas minhas aulas. 

Obrigado e parabéns pelo  vosso trabalho.  

 


Colega, o autismo é uma condição que requer intervenção terapêutica e  tratamento. No entanto, o autismo é muitas vezes mal interpretado. O autismo é uma perturbação global do desenvolvimento infantil que se prolonga por toda a vida e evolui com a idade. Os adolescentes juntam às características do autismo os problemas da adolescência, podendo contudo, melhorar a capacidade de relacionar-se socialmente e o seu comportamento ou, pelo contrário, podem voltar a fazer birras, mostrar auto-agressividade ou agressividade para com as outras pessoas. As pessoas com autismo têm uma grande dificuldade, ou mesmo incapacidade, de comunicar, tanto de forma verbal como não verbal. Muitos dos autistas não têm mesmo linguagem verbal. Noutros casos o uso que fazem da linguagem é muito limitado e desadequado. No que respeita à comunicação não verbal, há uma acentuada incapacidade na sua utilização. Paralelamente, as pessoas com autismo têm uma grande dificuldade na interpretação da linguagem, devido à dificuldade na compreensão da entoação da voz e da mímica dos outros com quem se relacionam. O isolamento social é outra característica do autismo. Outra particularidade comum no autismo é a insistência na repetição. Por isso é que as pessoas com autismo seguem rotinas, por vezes de forma extremamente rígida, ficando muito perturbadas quando qualquer acontecimento impede ou modifica essas rotinas. O balançar do corpo, os gestos e os sons repetitivos são vulgares, sendo mais frequentes em situações de maior ansiedade. A maioria dos autistas tem também deficiência mental, com níveis significativamente baixos de funcionamento intelectual e adaptativo. Cerca de 30% dos autistas pode sofrer também de epilepsia.

Com a legislação em vigor a inclusão, que ainda não é uma realidade (provavelmente nunca será), terá de existir. Infelizmente as escolas estão cada vez com menos recursos humanos, dificultando/impedindo um trabalho com maior qualidade. Cabe aos professores, com o seu desembaraço e “carolice” contornar (ou tentar contornar) a situação... Enfim, o país que temos. A partilha de informação entre colegas e a criação de centros de recursos nas escolas (apetrechados de bibliografia, materiais e multimédia) poderá ser um dos caminhos alternativos... Muita pesquisa, algumas experiências... Muita diplomacia. Deixamos alguns links e esperamos que lhe sejam úteis. As temáticas são diversas: blogs, sites e artigos acerca do autismo, da inclusão, terapia pela arte e alguns com ideias e sugestões para trabalhar a disciplina de EVT na sala de aula.

http://edif.blogs.sapo.pt/21274.html

http://edif.blogs.sapo.pt/21196.html

http://edif.blogs.sapo.pt/28986.html

http://edif.blogs.sapo.pt/34098.html

http://www.appda-lisboa.org.pt/federacao/

http://www.autism.com/translations/pt/pt_whatisautism.htm

http://appda-norte.org.pt/folder.2007-06-14.2739667266/document.2007-06-19.6771758481

http://www.autismoinfantil.com.br/porque-intervir-cedo.html

http://www.autismo-br.com.br/home/Peda-2.htm

http://www.webartigos.com/articles/4113/1/o-pedagogo-na-educacao-da-crianca-autista/pagina1.html

http://edif.blogs.sapo.pt/22133.html

http://edif.blogs.sapo.pt/44757.html

http://biblioteca.universia.net/html_bura/ficha/params/id/17536942.html

http://www.teteamodeler.com/

http://evtagostinho.no.sapo.pt/

http://www.leme.pt/pesquisa/dirs.cgi?ct=Educa,231,227o-Recursos_Educativos-Educa,231,227o_Visual_e_Tecnol,243gica&lv=3

http://www.imaginarium.pt/contenidos/manualidades?metodoAction=manualidades

http://web.educom.pt/pr1305/plastica.htm

http://www.overmundo.com.br/overblog/a-terapia-da-arte

http://paginas.terra.com.br/educacao/teletrabalho/psi_arte.htm

Bom trabalho! Qualquer coisa contacte-nos.


 

Depoimento

Tenho um filho de 23 anos, com elevado grau de dislexia. Este facto não significa que seja menos inteligente. De facto até é bastante inteligente. O problema que se sente para orientar um filho assim é que se tem que lutar contra o mundo. Uns querem ensino especial, outros classificam a criança como problemática, outros chegam a insultá-los como burros. Tudo isto o meu filho suportou, com 7 anos anos fui encontrá-lo a chorar e a dizer que a cabeça dele não servia para nada - estava na 3ª classe e efectivamente não sabia nada. A medo, consegui que repetisse a 3ª classe (horrorizava-me a mim e a ele a classificação de estar no ensino especial, nesta sociedade cruel). Acho que fui tanto de meiga como de dura com ele, de tanto lhe dizer que cada um tinha que viver com os problemas que tinha e toda a gente tinha problemas. Se ele tinha dislexia, azar, tinha que estudar mais do que os outros e importantíssimo " assumir a dislexia e encarar com naturalidade a diferença. Foi uma caminhada muito difícil , mesmo muito. Quando o pequeno chegou ao 11º ano, já mais maduro aceitou ir a uma psicóloga e apresentar no liceu um relatório para pedir o beneficio do estatuto especial. Mas só o fez quando ele o pediu, nunca lho impus. E, quando foi ele a pedir para ter não sentiu complexos. A reacção da escola é que foi esquisita!!! Não queria aceitar por só ter pedido no 11º ano e por ser bom aluno. Será que é assim tão difícil perceber e reconhecer o valor que tem uma criança que consegue evoluir até ao 11º ano, ser bom aluno e ter dislexia severa. Caramba, é obra e muito trabalho. E também muita perseverança , tenacidade e capacidade de recuperação de alturas em que o desanimo parecia querer vencer. Mas éramos 2 a lutar, ele com o problema e eu com a certeza que ele o conseguia vencer. Ainda o tem, hoje em dia, e há-de ter sempre mas entrou do Instituto Superior Técnico com 19,6 na cadeira de Física e média de entrada de 16 ou 15. Lá estava o português a baixar a média. Lá estava ele a ler jornais, livros tudo o que pudesse ajudá-lo a melhorar a escrita e a comunicação oral. Continua no Técnico, entrou para electrotecnia, mas no 2º ano resolveu pedir a transferência para civil. Aí voltou a sentir dificuldades. É um curso onde a capacidade de expressão física e oral é mais exigente. E que felicidade foi quando ele se voltou para mim e disse - Mãe, vou ver se no técnico também se pode recorrer ao estatuto especial de aluno com dislexia. É que se for possível eu claro que quero, quero tudo a que tenho direito. Grande Homem. Zero complexos. E, zero complexos não só diminuem a ansiedade, os efeitos da dislexia, dão auto confiança (a namorada é giríssima e de mão cheia) e as notas estão a ser cada vez melhores. Já chegou a ter a melhor nota de uma cadeira em que em 100 passaram 13. Conclusão a que quero chegar. Dislexia não é doença é diferença. Ser diferente é mau quando não se assume a diferença. Ser diferente e assumir a diferença, trabalhando mais que os outros nuns aspectos. E, sobretudo, assumir que ser diferente não é ser coitadinho e nunca, mas mesmo nunca deixar que assim o considerem. É zangar-se a sério com quem o quer tratar assim mesmo que a principal pessoa que o quer tratar assim seja ele próprio. Ter uma associação que ajude as crianças com dislexia é importante mas não chega. É em casa, com todo o amor e firmeza (quem pode ser mais bruto e directo que uma Mãe e um Pai que não se poupam a dar apoio, ombro e carinho?). Batalhem neste aspecto. Eu sei que o meu filho é 5 estrelas mas, será que os outros quando se lhes puxa pela auto estima não serão também? Pais, acreditem que o esforço vale a pena. Chora-se muito, é um caminho a tropeções mas, mais vale chorar antes, quando ainda se pode corrigir do que depois quando já não há solução. Aí o choro é para sempre, e o sempre é muito comprido para o filho.  Vi uma vez uma frase linda num postal do dia do pai - Um grande Pai nada nos desculpa e tudo nos perdoa. Com um filho que tem um problema tem mesmo que ser assim. Não se lhe pode desculpar nada mas tem que se lhe perdoar tudo com muito AMOR.

VALE A PENA

Maria Melo

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Olá, chamo-me Maria José tenho uma menina com 3 anos que ainda não fala nem anda ela tem hemipertrofia e atraso psicomotor a doença dela ainda não foi diagnosticada já fez vários exames e ainda não se sabe ao certo o que ela tem, gostava muito de ir com ela a cuba pois fala-se que tem lá bons médicos alem de a médica dela ser uma boa medica que tem feito tudo pela margarida, eu peço por tudo a quem souber como eu lá ir que me diga por favor. o hi5 dela e ( mfmd@hotmail.com) o meu é (maida3@hotmail.com) agradeço muito a quem me puder ajudar.

 


Ao contrário do nosso país, Cuba tem alargado serviços de neurologia de reabilitação para os Cuidados Primários de Saúde nas policlínicas, que possuem tecnologia avançada e pessoal qualificado para este efeito (incluído nos programas da Revolução). A medicina física e de reabilitação pretende tratar ou atenuar as incapacidades causadas por doenças crónicas, sequelas neurológicas ou lesões derivadas da gestação e do parto, acidentes de trânsito e de trabalho. A reabilitação é um processo global e dinâmico orientado para a recuperação física e psicológica da pessoa portadora de deficiência, tendo em vista a sua reintegração social. Está associada a um conceito mais amplo de saúde, incorporando o bem-estar físico, psíquico e social a que todos os indivíduos têm direito. As acções de reabilitação devem abranger campos complementares, como a saúde, a educação, a formação, o emprego, a segurança social, o controlo ambiental, o lazer, entre outros. A reabilitação abrange: doenças crónicas – Nas sociedades modernas, a melhoria das condições de vida, os avanços médico-cirúrgicos e a promoção e a generalização dos cuidados de saúde levaram ao aumento da longevidade e, como tal, ao progressivo crescimento do número de idosos. Paradoxalmente, ampliou-se, a par do aumento da esperança de vida, o número de doenças crónicas, frequentemente incapacitantes; Sequelas neurológicas ou lesões derivadas da gestação e do parto – Os progressos na protecção materna e infantil permitem, hoje em dia, por seu turno, salvar crianças que sobrevivem com graves sequelas neurológicas ou outras lesões; Acidentes de trânsito e de trabalho – A evolução tecnológica e as alterações nos estilos de vida têm levado ao surgimento de um elevado número de deficientes, vítimas de acidentes de trânsito, de trabalho e de doenças cardiovasculares, em idades cada vez mais jovens e produtivas.  

A reabilitação consiste:

  • Diagnóstico e definição das diferentes patologias, deficiências e incapacidades existentes;
  • Definição do prognóstico e avaliação do potencial de reabilitação;
  • Planeamento e prescrição do tratamento;
  • Coadjuvação e apoio das diferentes acções médico-cirúrgicas;
  • Prevenção do descondicionamento físico e psicológico, bem como todas as sequelas decorrentes do imobilismo e isolamento dos doentes internados;
  • Facilitação e estímulo dos processos de recuperação e regeneração natural;
  • Estímulo, maximização e compensação das capacidades residuais;
  • Promoção da integração socioprofissional.

Em baixo deixamos algumas sugestões de interesse e de pesquisa, tais como: artigos, clínicas cubanas, organizações não governamentais, entre outros. A ideia será investigar, bater a muitas portas, pedir ajuda e acima de tudo lutar. Procure associações locais, ajuda das entidades da sua área de residência, junte amigos/familiares e mobilize-se. Se precisar de ajuda, podemos ajudá-la na divulgação da sua causa pela net, ou na pesquisa de mais alguma informação que necessitar.

 

http://edif.blogs.sapo.pt/19654.html

http://www.rumoacuba.blogspot.com/

http://www.ciren.cu/

http://evasalsur.blogia.com/2008/081502-centro-infantil-de-restauracion-neurologica-donde-anidan-el-amor-y-la-ternura.php

http://www.neurorehabilitacion.com/

http://salud.cibercuba.com/category/7/41

http://www.portalesmedicos.com/enlaces_medicina_salud/1537.shtml

http://www.infomed.sld.cu/sitios/rehabilitacion/temas.php?idv=700

http://www.neurorehabana2008.com/index.php?module=rehabilitation

http://www.inr.pt/content/1/1/bemvindo

http://www.apd.org.pt/

http://www.rarissimas.pt/home.php

 

BOA SORTE! Não desista!

Apoio on-line

Boa Noite,

Ao ler um vosso artigo sobre autismo, não posso deixar em branco o que me aconteceu... Tenho um menino com 3 anos, que não fala ainda, não é muito sociável e não brinca ao faz de conta. 1º fizemos um despiste auditivo, nada... 2ª fomos a uma consulta no Psicólogo, colocou o menino no espectro do Autismo. Estamos em consultas de Psicologia, vamos para a 3ª. Para variar o Seguro de saúde não cobre estas despesas, vou requerer subsídio à Segurança Social, mas como é por capitação, não sei se vai dar em alguma coisa. Eu e a minha esposa estamos cheios de dúvidas. Existe algum centro em especial que possa dar apoio a estes casos...???

Atentamente

 


Para começar, pedimos desculpa por responder tão tarde...

O autismo é uma doença psiquiátrica rara e grave da infância caracterizado por um desenvolvimento intelectual desequilibrado, afectando também a capacidade de socialização. Podemos também caracterizá-lo como uma anormalidade grave que se caracteriza por severos problemas ao nível da comunicação e do comportamento, e por uma grande incapacidade em relacionar-se com as pessoas de uma forma normal. É um distúrbio neurofisiológico e a sua causa é desconhecida. Alguns investigadores atribuem a alterações bioquímicas. Outros associam a distúrbios metabólicos hereditários, encefalites, meningites, rubéola contraída antes do nascimento, ou até a lesões cerebrais. Porém existem bastantes incertezas e dúvidas na relação do Autismo com estas doenças.

As pessoas com autismo têm uma grande dificuldade, ou mesmo incapacidade, de comunicar, tanto de forma verbal como não verbal. Muitos dos autistas não têm mesmo linguagem verbal. Noutros casos o uso que fazem da linguagem é muito limitado e desadequado. No que respeita à comunicação não verbal, há uma acentuada incapacidade na sua utilização. Paralelamente, as pessoas com autismo têm uma grande dificuldade na interpretação da linguagem, devido à dificuldade na compreensão da entoação da voz e da mímica dos outros com quem se relacionam. O isolamento social é outra característica do autismo. Outra particularidade comum no autismo é a insistência na repetição. Por isso é que as pessoas com autismo seguem rotinas, por vezes de forma extremamente rígida, ficando muito perturbadas quando qualquer acontecimento impede ou modifica essas rotinas. O balançar do corpo, os gestos e os sons repetitivos são vulgares, sendo mais frequentes em situações de maior ansiedade. A maioria dos autistas tem também deficiência mental, com níveis significativamente baixos de funcionamento intelectual e adaptativo. Cerca de 30% dos autistas pode sofrer também de epilepsia.

Infelizmente o nosso país ainda se encontra no “3º mundo” no que diz respeito às necessidades educativas especiais, ao nível da educação, saúde, apoio às famílias, entre outros... Enfim, o país que temos... Como tal, cabe somente aos pais “mexerem-se” no sentido de inverter esta situação. Após esta breve (e incompleta) introdução ao autismo deixamos alguns artigos pertinentes da apie no blog EDUCAÇÃO DIFERENTE, assim como alguns links de interesse – os quais poderão contactar no sentido do esclarecimento. Por fim deixamos também o contacto do Hospital Pediátrico de Coimbra (que se destaca nesta área), que poderá contactar para melhor se informar acerca dos passos que deverão dar ao nível de exames, apoios, terapias, etc... Já agora um conselho... Não se conformem apenas com o diagnóstico de um técnico (ouçam outras opiniões, façam exames) e estimulem sempre o vosso filhote ao nível cognitivo, sócio-afectivo, motor, comunicação (a estimulação contribui para o desenvolvimento global da criança)...

 

1. Artigos:

http://edif.blogs.sapo.pt/21274.html

http://edif.blogs.sapo.pt/21196.html

http://edif.blogs.sapo.pt/37460.html

http://edif.blogs.sapo.pt/34098.html

http://edif.blogs.sapo.pt/28986.html

http://edif.blogs.sapo.pt/32472.html

 

2. Links:

http://www.appda-lisboa.org.pt/federacao/folha_out_b.php (Federação Portuguesa de Autismo)

http://www.anamarisabrito.com/ (Dr.ª Ana Marisa Brito – Psicóloga – Entidade Parceira da apie – Algarve)

www.cnod.rcts.pt (Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes)
www.snripd.pt (Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência)
www.fenacerci.pt (Federação Nac. de Cooperativas de Solidariedade Social)
www.autismeurope.org (Autismo Europa - Bélgica)
www.cadin.net (CADin - Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil)

 

3. Hospital Pediátrico de Coimbra

Avenida Bissaya Barreto
3000-076 Coimbra Tel:
Geral: 239480300
Urgências: 239480321
Consultas Externas:

Centro de Desenvolvimento da Criança: 239480601

Especialidades Cirúrgicas: 239480633

Especialidades Médicas: 239480632
Secretaria: 239480310 Fax:
239717216 E-Mail:
correio.hpc@chc.min-saude.pt

 

Qualquer dúvida estamos à vossa disposição!


 

 

 

 

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Boa noite!!

Temos um filho de 3 anos e sete meses que foi diagnosticado pela fono com atraso no desenvolvimento global pela fonoaudióloga.

Gostaríamos de saber se este tipo de diagnóstico tem que ser feito por um médico neurologista? Dos problemas neurológicos este seria o menos grave?

Do nosso ponto de vista a coordenação motora dele excelente. Ele sobe escada alternando o pés. Começou a andar com 12 meses, se ele estiver correndo com outras crianças você não percebe, não tem fisionomia diferente. O atraso está na fala. Ele já fala muita coisa, monta frases mas não é compreendido por todos, apenas as pessoas do seu convívio diário. Ele sabe contar (de 1 a 10) mas não sabe cores.

Conforme a fono que é psicopedagoga ele tem noção de letras.

Comparando-o com crianças da sua idade ele apresenta atraso na parte cognitiva. este mês faremos a avaliação do inventário Portage para podermos avaliar "qual o grau do atraso".

Gostaríamos de saber como é o desenvolvimento de crianças com este diagnóstico. Na adolescência, na vida adulta. Quais serão suas dificuldades na escola?

Moramos em Londrina estado do Paraná - Brasil. Vocês tem alguma indicação de escolas no Brasil? Ele teria que frequentar escola especial?

Obrigado.


Para começar, pedimos desculpas pela tardia resposta ao vosso mail. O Atraso Global do Desenvolvimento Psicomotor pode ser definido como um atraso significativo em vários domínios do desenvolvimento, nomeadamente ao nível da motricidade fina/grosseira, da linguagem, da cognição, das competências pessoais e sociais, das actividades da vida diária, etc. As suas características são diversas: heterogénea na etiologia e no perfil fenótipico; prevalência desconhecida mas estimada em entre 1 e 3% das crianças com menos de 5 anos de idade; atraso significativo que se situa 2 desvios padrão abaixo da média (dentro da mesma idade) – QI igual ou inferior a 70%.

Ao nível da intervenção, e numa primeira fase, esta deve ser efectuada pelo médico comunitário que acompanha a criança, para posteriormente se estabelecer o diagnóstico de um atraso ao nível do desenvolvimento. Este diagnóstico é difícil de efectuar devido à grande variação que existe nas aquisições entre as crianças ditas “normais”. Este diagnóstico revela-se eficaz se este for resultante da avaliação do desenvolvimento infantil com vigilância contínua, através da monitorização das áreas de desenvolvimento. Ao contrário, não é eficaz se resultar de um procedimento de rastreio, que consiste numa consulta específica, tendo em conta a idade, a evolução do peso, o crescimento, o perímetro craniano, entre outros.

Alguns sinais de alerta: Motricidade grosseira: não rebola, não puxa, não fica de pé, não anda em linha, … Motricidade fina: não segura, não junta as mãos, não faz construções, tem dificuldades de preensão, … Linguagem: não palra, não diz palavras, não constrói frases, não compreende, não fala de um modo inelegível, … Cognição: não procura, não se interessa por jogos, não categoriza semelhanças, não sabe o nome próprio ou apelido, não sabe contar, não sabe as cores ou qualquer letra, … Psicossocial: não ri, não estranha, não se consola nem aceita mimos, agride sem provocação, não brinca com outras crianças, …

Deve existir um esforço no sentido de detectar alterações do desenvolvimento o mais precocemente possível através da - intervenção precoce – apesar da maioria dos problemas cognitivos se detectarem só com a entrada para a escola (dislexia, discalculia, etc.). Esta intervenção auxiliará as crianças e as famílias a encontrarem um equilíbrio justo de expectativas e de estimulação adequada.

A apie está sediada em Portugal por isso não podemos sugerir escolas no Brasil. Porém, somos a favor da inclusão das crianças e dos jovens com necessidades educativas especiais nas escolas do ensino regular. O conselho que deixamos é que não parem: estimulem a criança ao nivel motor, cognitivo, comunicação, etc...; não se fiquem apenas pelo diagnóstico da fonoaudióloga. Recomendamos a leitura do artigo: http://edif.blogs.sapo.pt/19654.html?view=36294 (onde aborda: características, diagnóstico, tipos de exames, entre outros...)

Qualquer dúvida não hesitem, contactem


 

 

 

Consultório - Drª Ana Marisa Brito - Entidade parceira no Algarve

 

 

Este consultório, da responsabilidade da Drª Ana Marisa Brito, oferece uma diversidade de serviços, tais como:

 

 

Acompanhamento e Avaliação Psicológica de Crianças, Adolescentes, Adultos e Séniores;

Apoio Psicológico;

Problemas de Aprendizagem, Comportamentais e de Desenvolvimento;

Distúrbios Alimentares;

Toxicodependência;

Violência Doméstica;

Orientação a Pais ou Encarregados de Educação;

Orientação Vocacional;

Sessões de Hipoterapia; 

Sessões de Terapia Assistida Por Animais.

 


 

 

CONSULTAS:

  

Horário: 2ªs, 3ªs,5ªs,6ªs-Feiras e Sábados, hora estabelecida após marcação por telefone.

 

- Desconto de 20% nas consultas de 2ªFeira. 

- Marcação de consultas deverá ser efectuada por telefone

 


 

Consultório em Portimão (perto das Finanças):

Rua Comandante Carvalho Araújo, Lote 25, 1ºF

8500 - 582 Portimão

Telefone: 282484126

Telemóvel: 96 354 63 64

Fax: 282482061

 

Email:

anamarisabrito@gmail.com

 

 


 

Objectivos do GAI

Este gabinete de apoio e de intervenção irá funcionar em três valências diferentes:

 

On line:

 

Procuraremos responder a questões, assim como esclarecer dúvidas de todos os visitantes do blog. Servirá também para aconselhar, encaminhar e apoiar.

 


 

Permanente:

 

A realizar semanalmente e numa fase inicial somente no Algarve (em parceria com consultório). Neste caso a equipa multidisciplinar irá intervir junto de uma população específica na região, nomeadamente crianças e jovens com necessidades educativas especiais, tais como: autismo, síndromes, perturbações do desenvolvimento, atraso psicomotor, entre outros.

Este gabinete de apoio e de intervenção permanente, servirá como um apoio às actividades escolares e consequentemente poderá contribuir para o desenvolvimento global da criança ou jovem com
necessidades educativas especiais.

 

Áreas de intervenção:


- Psicologia;

- Psicomotricidade;

- Musicoterapia;

- Apoio ao estudo;

- Terapia pela arte;

- Terapia assistida por animais;

- Hipoterapia.

 


 

Esporádico:

A realizar esporadicamente noutros locais em espaços cedidos para o efeito. Neste caso a equipa multidisciplinar irá intervir junto de uma população carenciada, nomeadamente crianças e jovens com necessidades educativas especiais, tais como: autismo, síndromes, perturbações do desenvolvimento, atraso psicomotor, entre outros. Este gabinete de apoio e de intervenção permanente, servirá como um apoio às crianças e jovens com nee e será uma intervenção especializada mais acessível junto da população.


Áreas de intervenção:


- Psicomotricidade;

- Educação Especial;

- Psicologia;

- Outras Terapias (como a hipoterapia, musicoterapia, natação, etc).