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GAI - Gabinete de Apoio e de Intervenção

Projecto da responsabilidade da apie - Associação Portuguesa de Investigação Educacional - Para esclarecer, sensibilizar e intervir.

GAI - Gabinete de Apoio e de Intervenção

Projecto da responsabilidade da apie - Associação Portuguesa de Investigação Educacional - Para esclarecer, sensibilizar e intervir.

Educação especial e inclusiva: Mudanças para a escola e sociedade

Educação especial e inclusiva: Mudanças para a escola e sociedade

Educacao Especial E Inclusao Educacional

Educacao Especial E Inclusao Educacional

Apoio on-line

Gostaria de saber se a criança com doze anos com a doença ainda ha tempo de trabalhar com ela porque sempre que vou a um tratamento eles alegam que já não podem fazer  mais nada. quando tive o diagnostico da doença ela já estava com oito anos de idade gostaria de saber o que ainda posso fazer ou se realmente não posso esperar muita coisa mesmo. Obrigado e aguardo ansiosa por resposta.

 


Claro que vai! Vamos sempre a tempo se formos bem intencionados, se formos regulares no nosso trabalho e se conseguirmos aquela motivação que por vezes não temos, devido á conjuntura do país (ao nível das instituições e sistemas de apoio, governo, direcções regionais, hospitais, etc.). Independente de qualquer diagnóstico, e por muito negro que este possa ser... Deveremos enquanto pais e técnicos procurar ao máximo invertera  situação no sentido de uma melhoria efectiva da qualidade de vida da criança o jovem. Hoje em dia existem um conjunto de áreas que interligadas e devidamente articuladas poderão contribuir para a evolução das capacidades, assim como possibilitar a aquisição das competências necessárias. A criança ou jovem com este síndrome deverá ser alvo de estimulação global sistemática e rotineira, deverá treinar competências necessárias à sua formação pessoal e social, adquirir e trabalhar aquisições académicas... Enfim...Educadores, professores, técnicos e encarregados de educação deverão trabalhar em conjunto a cognição, a comunicação, motricidade, a parte sócio – afectiva, a alimentação, etc.; recorrendo à estimulação global, à intervenção precoce, à terapia pela música, à psicomotricidade, à hipoterapia, fisioterapia, à terapia pela arte, à hidroterapia, à terapia ocupacional, à terapia da fala, terapia assistida por animais, entre outras... O Síndrome de Rett é uma anomalia genética que causa desordens de ordem neurológica, acometendo quase somente crianças do sexo feminino. Compromete progressivamente as funções motoras, intelectual assim como os distúrbios de comportamento e dependência. No caso típico, a menina desenvolve de forma aparentemente normal entre 8 a 12 meses de idade, depois começa a mudar o padrão do seu desenvolvimento – com consequente paragem nos ganhos psicomotores, a criança torna-se isolada e deixa de responder e brincar. O crescimento craniano, demonstra clara tendência para um desenvolvimento mais lento, ocorrendo uma microcefalia adquirida. Aos poucos deixa de manipular objectos, surgem movimentos estereotipados das mãos, entre outros. Foi descrita pela primeira vez em 1966, por Andreas Rett (Austríaco), numa publicação médica alemã. O síndrome de Rett afecta quase exclusivamente as meninas e causa um comprometimento progressivo das funções: motora e intelectual, assim como distúrbios de comportamento. Os sintomas desta patologia são variados e podem ser confundidos com o autismo. As raparigas que sofrem desta doença nascem sem qualquer sinal aparente de anormalidade e parecem desenvolver-se normalmente entre os 6 e os 18 meses de vida. Porém, estagnam na sua evolução e começam a apresentar sinais de regressão física e neurológica. O processo de intervenção em crianças e jovens com síndrome de Rett, deve envolver uma equipa multidisciplinar constituída por: médicos (para realizar o diagnóstico clínico, o controle medicamentoso das crises epilépticas, etc.); fisioterapeutas (para trabalhar a marcha, espacidade, contraturas, deformidades articulares); professores/educadores (para melhorar o nível cognitivo, sócio-afectivo e motor); Terapeutas da fala (para auxiliar na assistência à alimentação, e realizar exercícios preparatórios de linguagem); psicólogos (como suporte emocional aos pais, assim como para criar novos canais de comunicação). A intervenção deve ser organizada e estruturada – os técnicos envolvidos no processo deverão trabalhar em articulação no sentido de melhorar a qualidade de vida da criança/jovem com síndrome de Rett.

Sugestões de visita:

http://edif.blogs.sapo.pt/43281.html

http://anpar.planetaclix.pt/

http://www.ajudas.com/infoLista.asp?catg=Sindrome%20de%20Rett

http://www.profala.com/linkssindromerett.htm

http://www.marimar.com.br/boletins/sindrome_de_rett.htm

http://www.unifesp.br/dneuro/neurociencias/vol12_2/rett_hidro.htm

http://www.lookfordiagnosis.com/mesh_info.php?term=S%C3%ADndrome+De+Rett&lang=3

http://www.scielo.br/pdf/anp/v59n2B/a18v592b.pdf

http://sindromederett.blogspot.com/2008/02/vdeo-campanha-sndrome-de-rett.html

http://sentidos.uol.com.br/canais/materia.asp?codpag=731&codtipo=&subcat=&canal=revista&pg=2

http://www.abrete.com.br/left-index.htm

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-282X2007000300038

http://www.rett.es/

http://www.rettsyndrome.org.uk/

http://www.rettsyndrome.org/

http://anasousapsicologa.blogspot.com/

http://www.projectocresceraprender.blogspot.com/

http://www.anamarisabrito.com/

 

Outras sugestões:

http://www.sitiodosmiudos.pt/sitio.asp

http://www.junior.te.pt/servlets/Jardim?P=Jogos

http://www.asolutionforyou.com/Parking%20Game/scoregame/Game.htm

http://www.coloring.com/pictures/choose.cdc

http://www.domingosnotransito.pt/domingos.htm

http://cantinhodateresa.no.sapo.pt/

http://mocho.pt/cab/

http://nonio.eses.pt/contos/andersen.htm

http://www.meddybemps.com/letterary/guide_and_archives.html

http://www.spotthedifference.com/

http://web.educom.pt/escolovar/mat_2operacoes_descobrre_10numeros.swf

http://jogoseducativos.jogosja.com/

http://www.noddy.com/funtime/index_pt.html

http://www.mathplayground.com/math_manipulatives.html

http://www.cercifaf.org.pt/mosaico.edu/ca/index_ca.htm

http://www.estadinho.com.br/index3.html

http://www.poissonrouge.com/

Bom Trabalho! 


 

Divulgação

Serve o presente para informar que o centro ABA procedeu a abertura de inscrições, para a participação de um projecto, com um conceito inovador em Portugal.

Este trata-se de uma colónia de férias, de âmbito sensorial que contará com a colaboração de responsáveis qualificados nas diferentes áreas de especialização e que será dedicada ao desenvolvimento de crianças com o espectro de Autismo.

O projecto irá reunir no mesmo espaço, várias actividades do campo de acção dos sentidos, nomeadamente:

- Musicoterapia;

- Arte terapia;

- Terapia com animais;

- entre outras.

 

Mais informações ou inscrições através dos contactos: 214839313/931440197 ou através do endereço electrónico geral@centroaba.com .

As inscrições são limitadas a um nº de 20 participantes.



 

Sugestão

http://profsurdogoulao.no.sapo.pt - A PÁGINA PESSOAL DO FRANCISCO GOULÃO/BRANCA E O GATO
http://profsurdogoulao1.no.sapo.pt - A 2ª PÁGINA PESSOAL DO FRANCISCO GOULÃO
http://profsurdogoulao2.no.sapo.pt - AS LIÇÕES DO SURDO TONI
http://profsurdogoulao3.no.sapo.pt - JARDIM DE INFÂNCIA
http://profsurdogoulao4.no.sapo.pt - A BRANCA E O LOBO MAU
http://profsurdogoulao5.no.sapo.pt - A BRANCA E O PROFESSOR SURDO
http://profsurdogoulao6.no.sapo.pt - A VIAGEM
http://profsurdogoulao7.no.sapo.pt - A VIDA DOS SURDOS
http://profsurdogoulao8.no.sapo.pt - PORTO
http://profsurdogoulao9.no.sapo.pt - DESCOBRIR PORTUGAL
http://profsurdogoulao.blogspot.com - O BLOG DO PROFESSOR SURDO FRANCISCO GOULÃO-SURDOS

Divulgação

MOVIMENTO ESCOLA PÚBLICA
IGUALDADE E DEMOCRACIA

www.movescolapublica.net


Sessão Pública: Escola e Exclusão

16 de Maio, 15h, Setúbal
(Auditório do IPJ, Largo Zeca Afonso)

Com:

Isabel Guerra, Professora catedrática de sociologia (ISCTE)
Maria José Simas, Professora na Escola D.João II
Diogo Fazenda, Psicólogo
Cecília Honório, Professora, Movimento Escola Pública

Vê aqui o cartaz

Texto de apresentação:

A escola inclusiva é uma aquisição da linguagem, que resulta de um consenso e tende à banalização. Sob a banalização, porém, é cada vez mais urgente perceber e saber:
- quem são os “incluídos” e os “excluídos”?
- que velhas e novas formas de exclusão perduram sob o silêncio do dado adquirido de que a escola pública não exclui?
Esquecidos, os “outros”, numa cultura escolar dominantemente orientada para um aluno-padrão.

E o que faz a escola com as crianças e jovens cujo contexto familiar e social diverge totalmente da linguagem escolar? Com aqueles que não encaixam nos modelos e estereótipos que a escola espera? Os que não têm livros nas prateleiras, mães escolarizadas e pais bem sucedidos; os que, cada vez mais, não têm de comer, não têm transporte, não têm livros. Ou aqueles/as que, oriundos/as de países de língua oficial portuguesa, ou filhos de pais daí oriundos, são penalizados/as pelo português que não é o padrão da cultura escolar…

E tantos outros/as sobre os quais a escola pública e democrática não só não pode esquecer como deve lembrar todos os dias para se poder reclamar destes atributos.

Com poderemos agir para contrariar esta situação? Para impedir que se percam todas estas crianças e jovens? Que formas teremos de encontrar para actuar sobre, de maneira a alterar este estado de coisas?

Esta forma de discriminação, a mais difícil de combater, não é óbvia e a resolução deste problema implica o seu reconhecimento e investimento em várias áreas. Implica a mobilização de recursos humanos e materiais e não apenas os presentes nas escolas. Porque não é só um problema escolar e sim da sociedade no geral.

 

Questões que poderão ser abordadas:


Ensino Profissionalizante (ex: CEF´s): oferta escolar alternativa ou oferta de refugo que reduz a igualdade de oportunidades?


Os mecanismos de apoio (acção social, por exemplo) e o papel da escola: a centralidade da resolução dos problemas está na escola ou na sociedade?


Os níveis de proficiência de língua e a relação com o sucesso; Multiculturalismo e multilinguismo?


Os/as profissionais da educação estão preparados para lidar com os/alunos que fogem ao padrão?


As escolas podem/devem seleccionar os/as alunos/as, nomeadamente criando turmas de nível?


Quais os custos da retenção? É ela uma solução?



www.movescolapublica.net

 


 

Apoio on-line

Meu filho tem 44 anos e até ha cerca de 6 anos freq a paralisia cerebral em telheiras .como era longe de casa indicaram nos as cercis em barcarena. no primeiro ano não se queixou,mas agora anda pouco adaptado lá pois tem muitos def mentais ,e ele e sobretudo motor. como devo fazer ou onde me dirijo para pedir para mudar para oeiras, centro dr.belmar da costa, ou outro lado que mais se ajuste a ele? Desde já agradecida.

a mãe

 

Tenho uma filha de 18 anos que sofre desta doença causada por incompetência médica. depois de muito galgar por países onde a medicina tornou-se mais evoluta , a minha filha passou a ser auto dependente. só que de a uns dias a esta parte, notei que tem estado a surgir alguns retrocessos no desenvolvimento motor e psicológico. será normal? será uma fase? será uma das causada da doença? quanto maior idade mais retrocesso?

 

Olá a todos chamo-me dénia brás e gostei dos comentários, especialmente das indicações bibliográficas sobre paralisia cerebral. estou a fazer uma pós-graduação em nee e é o tema do meu trabalho final. agradeço a orientação de tânia vieira, pois toda a ajuda é bem-vinda. e sim, acredito que milagres não acontecem, mas com humildade e força de vontade muitas barreiras se quebram e se aprende muito, especialmente com quem é "especial". obriga-nos a olhar o mundo `de outra forma e a sermos mais solidários. um abraço, ficando à espera de mais indicações vossas.

 

Li o que a ana escreveu da sua filha e 18 anos eu tenho agora um bebe de 3 meses que sofreu lesões graves no cérebro pois temo muito o futuro dele, mas a senhora por experiência própria diz ter ido a vários países se me pode se contactar para me dar algumas dicas e que não sei por onde começar já me indicaram para alcoitão mas não me parece grande coisa aguardo uma resposta preciso que me ajudem por favor, obrigado

 

Querida ana caetano. sendo a sua bebe ainda muito pequena, vc não verá nada de anormal no seu desenvolvimento. o que aconselho desde ja é pensar em arranjar um bom neurologista , só ele será a pessoa capaz para a seguir desde já o desenvolvimento do bebe. quando estive ai em Portugal na altura não tive muito boa experiência com o alcoitão, mas sei que o sistema de atendimento melhorou muito bastante e que existe pessoal capacitado e com experiência no assunto. o ano passado em maio conheci em Setúbal a drª elsa fragoso uma medica neurocirurgião muito boa. seria bom, e se a ana consegue marcar uma consulta com ela para o efeito. manda-me o seu email para qdo chegar a casa lhe enviar os contactos da clinica, bem como da drª elsa. ana, a africa do sul foi a porta aberta para o desenvolvimento da minha filha, cuba o milagre, graças a deus a minha menina recuperou bastante. tenha fé, deus ajuda sempre, quem sabe não será tão grave assim. confiança e coragem. sabe depois de 18 anos e ficando psicologicamente arrasada com a doença da indira , jurei nunca mais ter filhos, mas deus abençoou-me com uma rapaz que é o tesouro mais lindo, mais inteligente, que eu poderia ter para compensar utdo que vivi e ainda vivo com a indira. força!!!

 

No tratamento da pc, principalmente nos casos em que existem graves problemas com a alimentação, nomeadamente: descoordenação na mastigação e deglutição dos alimentos, desnutrição, obstipação, o nutricionista é um técnico indispensável no acompanhamento destes doentes. portanto é concerteza esquecimento não mencionar estes técnicos nas equipas muitidisciplinares.

a. campos

 

Qualquer aluno com necessidades educativas especiais, tem direito a frequentar a escola pública e beneficiar de todos os direitos e ajudas necessárias. Porém, nem sempre assim acontece. Na maior parte das vezes escola e professores debatem-se com a falta de material necessário ou de técnicos especializados (embora façam todas as diligências necessárias para o efeito). Cabe então aos encarregados de educação pressionarem o ministério da educação, direcções regionais, câmaras municipais, entre outros no sentido de melhorarem as condições de vida dos seus educandos. Infelizmente é este o país que temos, sem o apoio necessário, deixando na mão dos pais, professores, educadores, psicólogos e outros técnicos a tarefa de se associarem e procurarem inverter a situação. A Paralisia Cerebral é uma doença do foro neurológico que afecta as funções básicas do ser humano (fala, postura, movimento). Existem vários tipos de Paralisia Cerebral: espástica (em que o movimento é difícil); atetósica (o movimento é descontrolado e involuntário); atáxica (o equilíbrio e a sensibilidade profunda são anormais); mista (uma combinação de vários tipos). A Paralisia Cerebral é provocada por uma lesão no cérebro e no sistema nervoso ocorrida antes do nascimento; durante o parto ou depois do nascimento (pouco depois do nascimento). Os sintomas variam consoante a área de extensão da lesão, podendo incluir: tiques; perturbação da marcha; espasmos; convulsões e fraco tónus muscular. Para além da motricidade, a Paralisia Cerebral também pode afectar a visão, a audição, a inteligência e a fala. A necessidade de um diagnóstico precoce prende-se com o facto de dar início à terapia o mais cedo possível. A Paralisia Cerebral pode manifestar-se logo à nascença ou mais tarde. Em caso de suspeita deve-se consultar um neurologista pediátrico a fim de determinar a extensão e localização da lesão cerebral, de forma a colocar de parte outras doenças. Exames a efectuar: análises de sangue e urina (para eliminar a hipótese de outras doenças que produzam sintomas semelhantes): electroencefalograma (para medir a actividade eléctrica do cérebro); electromiograma (para medir a actividade eléctrica dos músculos); um TAC. (Para detectar alterações cerebrais. O tratamento deve envolver uma equipa de profissionais ao nível da saúde: Fisioterapeutas; Terapeutas da Fala e Terapeutas Ocupacionais; um Psicólogo; um Ortopedista e um Neurologista. A Paralisia Cerebral não tem cura, o objectivo do tratamento médico é ajudar a criança a conseguir uma maior independência possível. Alguns exemplos: as convulsões podem ser controladas por medicamentos; o tratamento ortopédico pode incluir talas, canadianas e aparelhos diversos que possam evitar contraturas e outras deformações dos braços e pernas; a cirurgia ortopédica pode ser também uma opção cortando músculos e tendões contraídos (permitindo a sua distensão) ou unindo determinados ossos (de modo a estabilizar as articulações). Este tipo de cirurgias pode permitir à criança um melhor equilíbrio e andar. O Processo Ensino-Aprendizagem deve ser organizado e estruturado de forma a privilegiar o desenvolvimento geral da criança ou jovem com Paralisia Cerebral. Deve existir uma equipa de profissionais que trabalhem no sentido de suprimir as dificuldades da criança ou jovem. A criança/jovem com paralisia cerebral deve beneficiar de áreas que possibilitem e auxiliem o seu desenvolvimento, tais como: Terapia da Fala – Para elevar a capacidade de expressão oral e de comunicação; Terapia Ocupacional – De forma a desenvolver aptidões úteis que lhes permitam desempenhar tarefas de rotina; Psicomotricidade – Para melhorar a adaptação ao mundo exterior, através do domínio do equilíbrio; controle da inibição voluntária e da responsabilidade; consciência do corpo; eficácia das diversas coordenações globais e segmentárias; organização do esquema corporal; orientação espacial; etc; Apoio Psicológico – Para acompanhar a criança/jovem durante o Processo Ensino-Aprendizagem ao nível psicológico; Fisioterapia – Através da utilização do exercício e técnicas de relaxamento; para ensinar a caminhar com o auxílio de canadianas muletas e outros aparelhos (como cadeira de rodas); para auxiliar a rotina diária da criança ou jovem; Áreas de Expressão – A Dança e Música podem auxiliar as crianças ou jovens a elevarem a sua coordenação, desenvolverem o tónus e força muscular, autoconfiança, etc. As actividades de Expressão Plástica, como a Pintura podem ajudar no desenvolvimento da motricidade, comunicação, etc.; Actividades Aquáticas – O contacto com a água ou realização de exercícios dentro de água auxiliam um melhor funcionamento do sistema circulatório, respiratório, fortalecimento dos músculos, aumento do equilíbrio, relaxamento muscular, diminuição de espasmos, aumento da amplitude de movimentos, etc; Massagens – Aliviam espasmos e reduzem contracções musculares; Informática – A utilização do computador pode ajudar ao nível da comunicação, assim como ao nível da motricidade fina; Actividades da Vida Diária – Para trabalhar a higiene, segurança, entre outros; Nutricionista; Entre outros. A criança ou jovem com Paralisia Cerebral pode estar integrada no Ensino Regular ou Especial. Contudo, a criança/jovem deve beneficiar numa primeira instância de uma Estimulação Global e só posteriormente de uma Iniciação Académica. O trabalho realizado pelos técnicos (Professor, Educadora, Psicóloga, Terapeutas, etc.), assim como a inter-acção de todas as áreas acima mencionadas deverão procurar elevar o nível Cognitivo; Autonomia Pessoal e Social; Comunicação; Psicomotor; Sócio-Afectivo; assim como desenvolver a área Sensorial-Perceptiva. Os Encarregados de Educação podem proporcionar um ambiente que estimule a aprendizagem e a exploração. Ajudando no exercício físico regular; no desenvolvimento de hábitos de higiene; utilização de materiais e utensílios que auxiliem a criança/jovem com Paralisia Cerebral (tais como: talheres especiais, auxiliares para vestuário, escovas de dentes próprias, entre outros). A Paralisia Cerebral é uma doença que dura toda a vida e geralmente requer uma adaptação e uma formação no sentido de atingir a auto-suficiência. É necessário que exista um trabalho conjunto entre Técnicos e Encarregados de Educação, proporcionando uma diversidade de áreas, no sentido de desenvolver e elevar as capacidades gerais da criança/jovem com Paralisia Cerebral, assim como a sua qualidade de vida.

 

Sugestões de visita:

Acerca da Paralisia Cerebral; ajudas, terapias e locais:

http://edif.blogs.sapo.pt/10120.html

http://www.appc.pt/

http://www.apifarma.pt/uploads/17-APPC.pdf

http://www.fisiozone.com/fisioterapia-pediatrica/110-incapacidade-motora-cerebral-paralisia-cerebral-parte-i.html

http://www.apc-coimbra.org.pt/

http://www.manualmerck.net/?url=/artigos/%3Fid%3D296

http://sacrocraniana.no.sapo.pt/paralisia.html

http://www.ajudas.com/infoLista.asp?catg=Paralisia%20cerebral

http://pedroserrano.blogs.sapo.pt/

http://www.paralisiacerebral.org/

http://www.appcleiria.pt/

http://www.fappc.pt/

http://www.cpcbeja.org/

http://www.anamarisabrito.com/

http://www.projectocresceraprender.blogspot.com/

http://anasousapsicologa.blogspot.com/

http://edif.blogs.sapo.pt/52887.html

http://edif.blogs.sapo.pt/43996.html

http://edif.blogs.sapo.pt/9465.html

http://edif.blogs.sapo.pt/4828.html

http://www.profala.com/artpc7.htm

http://www.spp.pt/conteudos/default.asp?ID=141

http://www.sanchattour.com.br/SMI/tratamentos/Restauracao.htm

http://forum.autohoje.com/off-topic/35660-saude-em-cuba.html

http://www.ciren.cu/

http://www.geocities.com/cirenportugal/

http://www.min-edu.pt/

http://www.dgidc.min-edu.pt/especial/

http://sitio.dgidc.min-edu.pt/especial/Paginas/Centro_RecursosEd_Especial.aspx

http://cerebralpalsypublications.com/cerebral-palsy-groups.html


Depoimento

Gostaria de dizer que existem determinadas pessoas que devido ás suas características especiais, especificamente com algumas limitações físicas e psicológicas não são sequer aceites nessas aulas a que se refere serem "a sério" e necessitam de uma atenção e dedicação particular e personalizada que não passa por aulas regulares de música em conservatórios tão direccionados para pessoas ditas normais e que se fossem a esses concertos "a sério" não conseguiriam ficar sentados no banco durante sequer 5 minutos ou estariam sempre aos gritos porque têm hiperactividade por ex. existem formas inovadoras de proporcionar a estas pessoas todos esses momentos de desenvolvimento musical e emocional. aceite-as assim como a própria evolução do mundo. gostei muito do blog.:)

Jo


 

Divulgação

Workshop de Boomwhackers em Portugal

A Academia de Produtores Culturais tem o prazer de anunciar  o Workshop Seminário de boomwhackers ( instrumento de percurssão afinado pela escala musical bastante utilizado no ensino e em musicoterapia ), no próximo dia 3 de Maio em Azeitão - Setúbal, pelo professor Sérgio Morais e pela Psicôloga Educacional Drª Cristina Cavaco. O nosso convite, prende-se com o desígnio de facultar aos educadores, psicólogos, terapeutas, professores e responsáveis por equipamentos culturais - produtores, directores ou programadores- do sector público e privado, bem como às organizações socioculturais, um conjunto de abordagens teóricas e práticas que consideramos úteis, eficazes e críticas no horizonte da educação e desenvolvimento sócio efectivo das crianças, através de um instrumento musical de grupo que obriga à entre-ajuda e trabalho de equipe, bastante utilizado nos Estados Unidos, Japão e países Nórdicos (Boomwhacker) que pretende substituir o instrumental Orff, já ultrapassado nas práticas de ensino contemporâneas. A musicoterapia consiste na intervenção terapêutica através da música, com aplicação nas áreas da medicina, saúde mental, educação especial e intervenção comunitária. A Musicoterapia tem vindo a desenvolver-se como disciplina na fronteira entre as Artes e as Ciências Humanas, tendo criado o seu próprio corpo teórico e metodológico e em alguns países, a sua própria identidade como categoria profissional. A formação do musicoterapeuta engloba as áreas da prática musical, musicologia, psicologia, medicina e etnologia. A musicoterapia, tal como qualquer outra modalidade de terapias expressivas, inclui uma componente de criatividade e crescimento pessoal que deve acompanhar a vertente de formação teórica e técnica, para além da atenção que é dada à prática musical do aluno e à sua potencial aplicação no contexto de uma intervenção terapêutica. Este é um Workshop  de carácter profissionalizante com uma forte vertente de prática musical.

Programa do workshop « boomwhackers versus ferramenta educativa »

Workshop | 3 de Maio 2009 - Domingo | GMDUP - Azeitão - Setúbal  | 9h30 > 17h00

Tema: Boomwhackers Ferramenta Educativa e de desenvolvimento social

Conteúdos: Visualização de videos com actuações do grupo profissional de boomwhackers « Plastic Music », visualizações de actuações de grupos amadores de crianças. Contacto com os Boomwhackers, tipos de boomwhackers, manuseamento, alterações de tonalidades. Noções de tempo, timbre, altura, duração, harmonia, sonante e dissonante, formação de acordes. Composição simples / Composição com acordes / Composição em contraponto. Musicoterapia para crianças e em comunidades terapêuticas/processos de reeducação. Formação de grupos de trabalho,técnicas de fomento da entreajuda e do trabalho de equipa entre as crianças. Como potenciar estes instrumentos como ferramentas educativas para crianças com 4 anos/ 6 anos/ 8 anos / 10 Anos/ 12 anos, etc...

Destinatários: Professores, Educadores, Animadores, Musicos, Licenciados numa área afim à musicoterapia (psicologia, medicina, enfermagem, serviço social, reabilitação, psicomotricidade), programadores Culturais em funções no sector privado e no terceiro sector. (Fundações, Associações, Cooperativas, Equipamentos Culturais, Comunicação Social, Galerias, etc...)

INSCRIÇÕES e mais INFORMAÇÃO:

As inscrições para o Workshop deverão ser feitas atarvés de formulário online disponível em:

http://boomwhackers.blogspot.com/

PREÇOS:

- Workshop: 18 euros (até 20 de Abril 2009) e de 25 euros (posteriormente).

Informações/contacto:

> Sérgio Morais | tlm. 916059066 | mailto:boomwhackers@gmail.com