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GAI - Gabinete de Apoio e de Intervenção

Projecto da responsabilidade da apie - Associação Portuguesa de Investigação Educacional - Para esclarecer, sensibilizar e intervir.

GAI - Gabinete de Apoio e de Intervenção

Projecto da responsabilidade da apie - Associação Portuguesa de Investigação Educacional - Para esclarecer, sensibilizar e intervir.

Educação especial e inclusiva: Mudanças para a escola e sociedade

Educação especial e inclusiva: Mudanças para a escola e sociedade

Educacao Especial E Inclusao Educacional

Educacao Especial E Inclusao Educacional

Apoio on line

Hello Gostei do post , achei-o interessante... MAS acho que esta informação está incompleta. Sinto que estas características estão muito generalizadas e, apesar de ajudarem a traçar uma linha entre pessoas mais próximas de serem sobredotadas e outras que não, penso que, ainda assim, não deixa ninguém a saber identificar correctamente pessoas que o sejam/ não sejam. E (aqui sim, vem aquilo que quero mesmo dizer) não diz como é possível fazer-se essa diferenciação. Fala-se de "testes de inteligência", mas pergunto: testes de QI ? No caso de esta minha suposição estar acertada: como? onde? com o apoio de quem? Se estiver errada: então que tipo de testes são esses? Não há grandes ajudas nisto e eu, adolescente que gostava de ter uma pequena base onde me apoiar, nem que fosse meramente um rótulo que me ajudasse com uma estúpida crise de personalidade aliada a uma enorme incerteza que ando a atravessar HÁ ANOS, coloco a questão: quem é que me pode ajudar com isto?! Pelo menos posso dizer que sou sortuda o suficiente por ter algum apoio da minha Directora de Turma, mas pergunto: aconselham-me a pedir-lhe ajuda? Ela diz (não a mim nem aos meus pais...) que eu sou sobredotada, ou perto de isso. Os meus pais dizem/ acham o mesmo. Outros familiares - idem. Professores que tive até agora - mesmíssima coisa. E eu... Bem, eu gostava de saber se esta sensação de que ninguém me consegue acompanhar é justificada ou não; se a perda completa de interesse por aquilo que não consigo compreender e me é mal explicado é apenas mau génio ou mais do que isso; se ter um interesse quase demasiado forte (segundo os padrões ditos "normais" da sociedade) por literatura é apenas uma estranha "obsessão" ou se será pura paixão; se fazer perguntas com um ritmo bastante rápido aos meus professores, que muitas vezes os deixam desconfortáveis por não conseguirem responder, é apenas curiosidade desenfreada ou se, junto a isso, está uma sede de conhecimento infindável e uma necessidade de colocar uma esfera de sentido há volta das coisas que me mostram/ ensinam/ explicam que não é comum... Gostava de saber se o meu problema em lidar com coisas que não me desafiem é apenas um ego avantajado a trabalhar ao lado de uma enorme preguiça, ou se o facto de nao ter vontade nenhuma de sequer tentar fazer aquilo que acho desnecessário por não trazer nenhum resultado de desenvolvimento pessoal, descobrimento de novas coisas, aprendizagem de seja-lá-o-que-for, etc, tem outra justificação? (e sim, sei que a preguiça tem um enorme papel nisso tudo. Mas, ainda assim......!) O que fazer? Onde há respostas? E como lidar com elas, como posso eu lidar com o facto de ser sobredotada? E, pior ainda!, como poderei lidar com a descoberta de, afinal, NÃO SER sobredotada, mas que tudo isto não passou de uma resposta/ adaptação minha e da minha maneira de ver/ fazer as coisas moldada por todos estes ideais horríveis com que sou rodeada, as metas que esperam que atinja e estas ideias pré-concebidas que as pessoas fazem de mim só porque, a meio de uma conversa, uso expressões (para mim coloquiais) que mais nenhum miúdo da minha idade usa? Enfim... Se alguém se der ao trabalho de ler este comentário quase ofensivamente extenso, por favor, respondam-me, se conseguirem. A dúvida é angustiante. ((AOS SOBREDOTADOS: não me relaciono com a maioria das coisas que aqui foram ditas... acho que pessoas com maiores capacidades têm maior facilidade de compreensão de várias situações e, portanto, devem saber que também têm de fazer concessões e era mesmo bom se tentassem motivar os outros a andarem mais rápido, em vez de exigirem que todos corram ao vosso lado. Saberem que são sobredotados não vos dá o direito de acesso a um mundo feito à vossa medida. E, duvido que a maioria queira mesmo que o mundo se dobre à sua necessidade. O ódio, inveja e tudo mais que vêm do facto de ter um holofote diferente sobre as nossas cabeças neste palco que é a vida pode ser completamente arrasador... É giro ser diferente, é fantástico ser melhor, é maravilhoso consequir ir longe... mas é "lixado" representar esse papel se nos apontarem o dedo constantemente. E, digo-vos, não vão querer lidar com a raiva sempre presente em comentários que vos dirijam...))

 

Boa tarde... O artigo acerca das crianças e jovens sobredotadas surgiu com o objectivo de ser um singelo contributo para a discussão da temática... Longe de ser um estudo cientifico... Procurou apenas sensibilizar... Informar e divulgar... O aluno sobredotado é visto como alguém que revela um desempenho notório em todas as suas actividades, ou melhor, alguém que revela um talento especial para uma ou mais expressões artísticas... Alguém que apresente um bom desempenho académico... Que possua uma inteligência superior devidamente provada por resultados obtidos em testes de inteligência... Embora aprendam facilmente... É certo e sabido... Que experimentam várias dificuldades durante a escolaridade e até na vida quotidiana... Ainda assim... Existem alunos com potencialidades extraordinárias que passam despercebidos aos olhos dos professores e que – Chegando a ser identificados como sendo alunos problemáticos - Apresentando dificuldades relacionadas com a atenção, com o comportamento nas aulas, interesse pelas tarefas escolares, entre outros... Procurámos mostrar algumas das características mais básicas e generalizantes ao nível das aprendizagens, motivação, sociais... etc... Assim como: necessidades, intervenção educativa, papel dos pais... etc... Repetindo... Este artigo teve como principal objectivo sensibilizar... Informar e divulgar uma problemática... Esclarecendo de uma forma muito simples e alertando pais, professores e restante comunidade para a temática...


Depoimento

Oi gente, tenho uma filha com características de Autismo, hoje ela tem 22 anos, está na faculdade de SErviço social, porém o que ela gosta mesmo é de tocar piano e teclado, aprende a tocar as musicas apenas ouvindo-as, hoje ela tem aulas de canto e de musica, aula de danças diversas, e prestativa nas atividades de casa em geral, faz parte do grupo de jovens da Igreja do conjunto onde moramos. Desejo que todos os pais tenham perseverança no trabalho com seus filhos autistas e nunca desistem de buscar sempre o potencial de nossos filhos. Eles são mais que especiais e dependem de nõs. abç.


Março – Mês de Formação e de Conhecimento

Educação Especial

Formações on line:

3 de Março:

Dislexia

10 de Março:

A Multideficiência no Contexto Educativo – Comunicação Alternativa para o Aluno Multideficiente

17 de Março:

Hiperactividade

24 de Março:

Autismo – Perda de Contacto com a Realidade Exterior

29 de Março:

Deficiência Mental – Níveis e Tipos

 Cada acção corresponde a 10 horas de formação.

Para mais informações contacte:

edif@sapo.pt

cerfapie@gmail.com


Sindrome de West

Perdi meu filho Gabriel em janeiro deste ano ele completaria 8 anos no dia 23 de fevereiro portador da sw com varias complicações,cirurgias e etc ainda ñ consigo entender o pq isso aconteceu se eu o amava d+ e ele foi tão o desejado tão o esperado,vai fazer um ano e agora q a ficha caiu!ñ tenho+ meu bebê comigo,meu amigo,companheiro e professor,com ele aprendi muito nessa vida.embora ainda sinta o desejo de ser mãe mais tenho muito medo de passar por td o q passei d novo,ele foi meu primeiro filho e sou nova 27anos quem sabe um dia eu consiga ser mãe mais uma vez.
o pessimo e a sensação de falha,fracasso,parece que eu ñ consequi ñ lutei o bastante?
esse é meu desabafo acho q até hoje nunca falei isso que sinto pra ninguem !!!!!!!!!!!!
bjussss,obrigado !

 

Amiga... Desde já um grande abraço de força e coragem... Por tudo o que passou e ainda passa... A vida é ingrata... E infelizmente... Muitas das coisas escapam-nos... Mesmo que tentemos... Ou que façamos todos os esforços...

É bonito ler... A verdadeira forma como descreve o seu filho... Bebé... Amigo... Companheiro e professor... Certamente que o amava muito... E sempre o amará... Ele estará sempre consigo... Na sua memória... Nas suas acções e no seu coração... Fará sempre parte da sua vida...

A decisão de ser mãe outra vez... Terá de ser sua... É claro que você é nova... Terá de saber se está preparada e recomposta da sua perda...

Nenhum filho/a é igual... Nem os momentos e nem as situações... Assim como tudo na vida... Nada é igual... Você não errou... Nem falhou! Existem coisas maiores que nós próprios... Que infelizmente ainda não podemos combater ou melhorar... Seria bem melhor... Que vivêssemos num mundo onde as pessoas se preocupassem mais com os outros... Em vez de se ralarem com guerras... Políticas e negócios... Onde o ser humano tivesse mais apoio na saúde... Educação e justiça... Mais dignidade para viver e para morrer... O erro está aqui! Na sociedade em que vivemos... Completamente distante do ser humano... Das pessoas...

Acredito seriamente... Que terá mais oportunidades na sua vida de a viver com intensidade... A sua vida não acaba aqui! Pelo contrário... Continua... E você... Como disse... Teve um grande professor... Não esqueça os seus ensinamentos... De força... Ternura e coragem... O seu filhote... E os momentos que com ele passou... Que embora já não esteja entre nós... Viverá sempre no seu coração e na sua vida... Em tudo o que fizer... Onde quer que vá... Todos os dias... Para todo o sempre!

Deixo-lhe pessoalmente... Um grande OBRIGADO por ter partilhado este seu depoimento... Acredite... Que tocará a quem o ler e quem sabe... Até desperte consciências de quem tem realmente algum poder de decisão...

Uma vez mais... Um grande abraço de amizade... Força e de coragem...

Pedro Santos


Depoimento - Síndrome de West

Olá jennifer,
Fiquei muito contente e interessada com o seu depoimento, tenho uma filha de 10 anos que teve o síndrome do west aos 4 meses, desde esta data até a presente , tem sido uma batalha para conseguirmos um futuro melhor para ela.
Neste momento a marta tem educadora especial/ terp . fala/ terap psicomotricidade/ natação e dança, além de frequentar uma escola primária, estando integrada numa turma normal.
Tenho tido muitos sucessos com a marta, mais sei que tenho que percorrer ainda um caminho muito longo, a marta fala, salta, pula, corre, mais tem um atraso cognitivo.
como voce conseguiu ultra passar todas as sequelas que a doença deixa, gostava muito de falar consigo.
Albertina Miranda - Lisboa


Depoimento

Relativamente à Paralisia Cerebral:

 

Toda é informação aqui publicada é muito util no entanto esqueceram-se de relatr ou de dizer que há muitos crianças lesões cerebrais que com ajudas tecnicas, muito estimulo, amor e carinho superam-se e levam uma vida normal, umas com ligeiras alterações outras até sem nenhumas visíveis. Na PARALISIA CEREBRAL há casos e casos. muita fé e esperança para todos os pais que lidam com esta realidade. TAMBÉM EU SOU MÃO DE UM MENINO DE RISCO MAS SIGO LUTANDO. ALGUÉM CONHECE OPÇÕES DE REABILITAÇÃO NA LINHA DE SINTRA? (FISIOTERAPIA).

OBRIGADA.

HELENA R.

 


 

 

Depoimento

Relativamente ao Síndrome de Klippel-Trenaunay:

Tenho uma filha com apenas 6 anos, q sofre dessa sindrome, e quero contato com pessoas q tenham, porque eu sou abalada. descobri apouco tempo! o nome dela é maria alice moro em Fortaleza- ceara. nunca nem tinha ouvido falar nessa doenca entre em contato comigo PORFAVOR... quero e preciso de ajuda... um abraco e fiquem com Deus.

 

Anónimo

 

Nota: Se quiser, contacte o Gabinete de Apoio e de Intervenção


Relativamente ao síndrome de West

Essa síndrome é bem complicada... Tenho uma sobrinha que teve quando muito bebe...gostaria de comunica-me com pessoas q eventualmente tenham alguma criança com esta síndrome para que possamos nos comunicar e percebermos a evolução dos nossos pequenos . ABRAÇOS À TODOS.

 

Anónimo

 

Nota: Se quiser, entre em contacto com o Gabinete de Apoio e de Intervenção