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GAI - Gabinete de Apoio e de Intervenção

Projecto da responsabilidade da apie - Associação Portuguesa de Investigação Educacional - Para esclarecer, sensibilizar e intervir.

GAI - Gabinete de Apoio e de Intervenção

Projecto da responsabilidade da apie - Associação Portuguesa de Investigação Educacional - Para esclarecer, sensibilizar e intervir.

Educação especial e inclusiva: Mudanças para a escola e sociedade

Educação especial e inclusiva: Mudanças para a escola e sociedade

Educacao Especial E Inclusao Educacional

Educacao Especial E Inclusao Educacional

Divulgação

O Centro ABCReal Portugal anuncia a realização de um

Workshop sobre ABA e Autismo

de 2 módulos de 8 horas cada um,

implementado pela Dra. Sónia Assunção, Responsável Técnica do Centro.

 

O primeiro módulo no sábado de 9 de Novembro e o segundo no sábado de 16 de Novembro.

Ambos os Workshops a começar às 10hs. e a terminar às 18.30hs.

 

Na rua Rui Furtado, nº.14ª, Charneca da Caparica

( junto à igreja)

 

Inscrição para cada módulo ( 40€ )

Inscrição conjunta para os 2 módulos ( 60€ )

Inscrição para geral@centroabcreal.com e com comprovativo de transferência para o

NIB 0007 0000 00656371647 23

Número mínimo de participantes: 5

Número máximo de participantes: 10

 

Centro ABCReal Porugal

www.centroabcreal.com

  +351 964 042 747


Apoio on line

Síndrome de West

TAMBÉM GOSTARIA DE SABER COMO VC CONSEGUI ESTÁ EVOLUÇÃO NA SINDROME WEST , POIS TAMBÉM TENHO UMA NETA DE 3 ANOS E GOSTARIA DE QUE ELA CONSEGUISSE FALAR , POIS ELA ANDA ,BRINCA E GRITA MUITO , MAIS FALAR NÃO. BJS E FIQUE COM DEUS.

 

Angélica, há alguns dias fui contratada como estagiaria pela rede municipal para ser monitora de uma criança especial, então, no primeiro contato com a mãe, ele então me informou que a criança tem SW, confesso que tive até mesmo que pedir para ela soletrar a escrita, pois não tinha a menor noção do que se tratava. Mas, resolvi enfrentar o desafio e que iria fazer o meu melhor. É por isso então, que estou pedindo a sua ajuda, como já faz bastante tempo que vc postou o comentário, isso me leva a crer que vc já adquiriu bastante informação. Por favo entre em contato: iuzamir@hotmail.com Um abraço, fico muito grata!

 

Ola sua reação é normal inicialmente , pq todos almejamos estar enquadrados nos parâmetros ditos "normais". Mas saiba, que nós mães, somos fortes e tão qto Especiais como nossas crianças e que não as recebemos por mero acaso. Hoje minha princesa, que considero um anjinho de nome Isabella está com 19 anos, as crises estão parcialmente controladas . Ela está em reabilitação desde que foi diagnosticada SW e sempre foi muito estimulada. Resido em Brasilia - Brasil, iniciei seu tratamento em São Paulo com médico neuro-pediatra de renome e que posso lhe indicar. A propósito, estou a procura de tratamentos e clínicas de reabilitação em Lisboa ou região, e caso algum terapeuta ou profissional desta área em Portugal esteja lendo este comentário, gentileza contatar-me. Fico a disposição Juliana, e tb outros pais para trocarmos idéias e demais experiências. email: dora-paulino@hotmail.com

 

Olá tenho uma sobrinha de 5 anos, que adquiriu o S.W. e aos 8 meses de vida adquiriu Meningite, ela não fala, não anda, não consegue erguer a cabeça, enfim cuidamos dela igual a um recém nascido, mas basta o olhar atento e o sorriso ao falarmos com ela, isso se torna contagiante. A experiência ao ler os comentários se torna rico e passível de conhecimento a mais sobre esta síndrome. Parabéns! Jennifer que Deus continue nos abençoando. O trabalhar de Deus em nossa vida é mesmo inexplicável.

 

Bom dia, meu nome é Carlos tenho um anjo de apenas 1 anos e 2 meses e é portador da SW, estamos tratando ele na AACD em Sao Paulo e na APAE de Minha cidade, agradeço a DEUS por ter me dado ele, Cresci muito como pessoa. alguem que se interessar em ser meu amigo (a), meu emai é jpreportagem@oi.com.br

 

Olá! Meu filho tem um ano e três meses e com quatro meses foi diagnosticado SW, Ele teve um AVC qdo nasceu, não fica firme, não senta ainda, tem dificuldade pra comer. As crises não estão controladas, isso me desespera! Mas ele é muito querido e amado. Sempre sorrindo e tem um olhar expressivo,mas qdo faz crise fica molinho e quietinho. Se alguém puder me ajudar, sobre novos tratamentos e experiências me ajuda muito! meu email é daia.brandao@hotmail.com

 

Olá, Jennifer; Apesar de já ter muito tempo que você fez este comentário, precisava ao menos tentar me comunicar com você. Meu nome é Angélica, faço faculdade de pedagogia e trabalho em uma "creche escola" tendo como método, o montessoriano. Sou auxiliar de uma professora, e temos um aluno com sindrome de west, estamos nos empenhando muito para ajudar este aluno, porém esta difícil de achar algo concreto q possa realmente nos ajudar. Gostaria, se possível conversar com você. Uma única conversa apenas, para podermos saber como vamos lidar com este aluno, e principalmente, poder ensiná-lo de forma efetiva. Ele tem 4 anos e apesar de suas dificuldades ele é muito inteligente, e com certeza, com o "tratamento e educação correta" ele tem capacidade de fazer faculdades e ser totalmente independente. Desde já agradeço a atenção. E-mail para contato, quem puder ajudar eu agradeço! angelica.sbarbosa@yahoo.com.br

 

Olá! seu estudante de história, e no momento estou fazendo estági em uma escola regular da rede do municipio, em Gravataí- RS. Essa escola tem projetos de inclusão de criançs com necessidades especiais, estou no meu primeito emprego na area da educação, e trabalho com monitoria de um memino muito sorridenrte e bem disposto a aprender, Crhistian, que tem a sindrome. gostaria de sujestoes de atividades para contribuir no processo de alfabetização do Crhis. Ele tem 6 anos e meio, e fica badstante interessado em aprender as suas primeiras letras. desde já agradeço. Deixei o e mail da minha mae, pois o meu esta em manutenção.

 

Pessoal, Sou a MÁRCIA do recado acima.Perdão por ALGUMAS SÍNDROMES E JUNTO acima escritos.Tenho uma alteração visual que me impediu de visualisar naquele momento os errps.Grata..

 

SOU FONOAUDIÓLOGA E COMPONHO UMA EQUIPE ATUANTE COM PESSOAS PORTADORAS DE ALGUMA SÍNDROMES,.INCLUSIVE S.W..NO MOMENTO TENHO BONS RESULTADOS NAS EVOLUÇÕES. MAS GOSTARIA DE OUTROS GANHOS COM ESTA, PARA UM MENINO ENCANTADOR.POR FAVOR ENTRE EM CONTATO. QUERO PARA ELE JUMTO A MIEU GRUPO DESPERTAR UM PROGNÓSTICO EM POTENCIAL.

 

tenho filho de 3 anos com sw as crises foram controladas,,, neuro peditria do instituto fernandes figueira.... aterro do flamengo no rio de janeiro

 

Olá sou professora de educação infantil e tenho uma aluna com SW diagnósticada á pouco tempo e procuro sugestões de atividades, ela tem 2 anos. Obrigada

 

oi eu sou yuri tenho abceso celebral,hidrcefalia,ewest,tenho 06 meses,sou muito amado,estou pedindo ajuda de conhecimento para a mamae o papae emeus dois irmaos.minha familia esta um pouco perdida espero informacoes, beijos nonaris como fala meu irmao de 4anos.

 

Tenho um filho de 20 anos que terminou o segundo grau, estuda espanhol, faz curso de desenho, toca teclado com uma só mão ( o lado esquerdo dele foi afetado ) e é tudo em nossa vida. Se quiser conversar me passe um e-mail. Abraços

 

Olá,Jennifer fico muito feliz de saber de sua atual condição. Tenho um filho de 20 anos qu teve Sindrome de West e que terminou o segundo grau , estuda espanhol, faz curso de desenho e toca teclado com uma só mão ( o lado esquerdo dele foi afetado) hoje ele apresenta um certo atraso intelectual e esta tendo algumas crises. Se por acaso souber de um Neurologista com esta especialidade para adultos, moro no Rio de Jnaeiro. Felicidades.

 

Olá! meu nome é Lais eu tenho uma filha de 1 ano e 9 meses que tem síndrome de dow e SÍndrome de west,ela tem muitos problemas de saúde,estou muito triste um médico me falou que pela sindrome de west ela não chega a idade adulta, dá pra vc imaginar como estou me sentindo.Gostaria de saber se sua filha tem muitas convulsões? tudo de bom pra vcs que Deus as abençoem sempre!!!!

 

Estou começando a passar por este problema com meu filho de 5 meses, estou descobrindo a doença agora, seu caso é extremamente positivo, e isto me dá força para lutar, gostaria de algumas informações do tipo: onde encontrar o ACTH. Abraço

 

SOU MÃE DE GEMEOS ADOTIVOS E UM DELES APRESENTOU ESPASMOS DE SINDROME DE WEST A QUAL FOI CONTROLADA, HOJE ELES TEM 6 ANOS;BERNARDO E GABRIEL, GABRIEL C/ SW CAMINHA TEM COMUNICAÇÃO APESAR DE SER SURDO, MAS FICARAM SEQUELAS GRAVES

 

olá..tenho 25 anos e tive SW - criptogenio aos 7 meses e sou extremamente normal apesar de ter um défict enorme de atenção.Hoje estou na minha segunda graduação.Não fiquei com secuélas. abraços!!

 

Estou a viver em frança e tenho uma menina de 5 anos que tem sindrome de west! esta doença esta a ser conhecida aqui e novas tecnicas estao a aparecer: tecnica MEDEK do doctor ramon cuevas e a tecnica ABA estao a ser muitos utilisadas!!!

 

Meu nome e SHIRLEY E TENHO UMA NETINHA QUE SE CHAMA kALUANE ELA TEM 3 ANOS E OS MEDICOS DESCONFIAÕ QUE ELA TEM ESTA SINDROME DO WEST , SEI QUE ELA APESAR DE SUAS LIMITAÇÕE POR NÃO FALAR, NÃO ANDAR, NEM MESMO SENTAR, NOS DATODOS OS DIAS UMA LIÇÃO NOVA EM NOSSAS VIDAS, QUANDO ELA TEM AS CRISES CONVULSIVAS ,DEPOIS QUE ELA VOLTA DESTASCRISES ELA MESMO DEBILITADA OLHA PARA NOS COM UM SORRIZO,E COMO QUESE FALASSE ATRAVEZ DOS OLHOS DELA ,ELA NOS PASSA AQUELA SENSAÇÃO DE NÃO DESISTA EU VOU VENCER...E É NISSO QUE NOS ACREDITAMOS SEMPRE...POIS SE FOMOS ESCOLHIDOS É PORQUE DEUS SABE QUE SEREMOS MUITO FELIZES COM A NOSSA KALUANE ..

 

Oi, meu sobrinho te west, hoje tem 8 anos e as crises foram controladas com quase 3 anos, se for de Sao paulo posso te passar o nome de um neuropediatra muito bom!!! Meu sobrinho passou por vários médicos , e só esse conseguiu controlar as crises...

 

Sou profª de AEE, e atendo um aluno com sindrome de west. Ele tem 9 anos e é autista também. Me sinto desanimada as vezes, ele não fala e não corresponde as atividades, comandos ...o que fazer?

 

tenho uma menina com 3 anos tem espasmos em flexao toma medicamentos e as crises continuan é´sidrome do west vai ser operada

 

Sandra, tenho uma filha de 15 anos que tem a mesma síndrome da sua filha. Gostaria de conversar com você sobre nossas filhas. Me mande um email.

 

olá! Sou educadora de uma creche e tenho uma aluna de 2 anos com essa sindrome. Se vc possuir sugestões de atividades que posso desenvolver com ela, agradeceria muito. Obrigada!

 

Olá, fiquei muito interessaa no assunto, pois tenho uma afilhada com 1ano e 3meses que tem cistos no cerebro e de uns dia pra ca vem tendo crises convulsivas com muita frequenca e quase sem intervalos uma da outra, to muito procupada, o coraçao dela vive disparado. As convulsoes dela eram raras e o medico vai so aumentando a dose do aticonvulsivo. Sera que pode ser esta sindrome? ELA NÃO FIRMA O PESCOÇO nã chora e enxerga muito pouco.

 
Mto bonita a msg. Tenho uma filha de 03 anos q apresenta crises convulsivas, mas não foi me informado se é a sindrome de west. Ela tem vários espasmos por dia, toma medicação mas nada controla. Estou desesperado, não sei o q fazer.

 

Em cima, apresentámos alguns depoimentos acerca do síndrome de west.

Em 1841, West em uma carta dramática ao editor do " The Lancet", apresentou o problema de seu filho com espasmos em flexão que se repetiam diariamente em ataques de 10 a 20 contracções que levaram a criança a um atraso mental. Este síndrome neurológica foi descrita pela primeira vez em 1949 por Vasquez y Turner para sociedade Argentina de Pediatria, com dez casos de um "novo síndrome" que apresentavam crises com alterações específicas no traçado electroencefalográfico, estando associadas à deterioração mental, as quais propuseram chamar Epilepsia em Flexão. Em 1952, os autores Gibbs e Gibbs criaram o termo Hipsarritmia (hypos= altura e rhytmos= ritmo) para o registro EEG destes pacientes, o que passou a caracterizar a maioria das descrições relativas a este síndrome. O Síndrome de West é um tipo raro de epilepsia, chamada de "epilepsia mioclónica". As convulsões que a doença apresenta são chamadas de mioclonias e podem ser de flexão ou de extensão, e afectam geralmente crianças com menos de um ano de idade. Cada espasmo começa repentinamente e dura menos de alguns segundos. Tipicamente, os braços distendem-se e a cabeça pode pender para a frente e os olhos fixam-se num ponto acima. No início, a criança pode experimentar um ou dois espasmos de cada vez, mas, no decorrer de um período de dias ou semanas, estes evoluem para dúzias de espasmos que ocorrem em intervalos de poucos segundos. As convulsões são de difícil controlo, e a criança pode chegar a ter mais de 100 convulsões por dia. Cada espasmo é uma crise epiléptica (ataque epiléptico) composta de uma série de movimentos descontrolados, causados por um excesso de actividade eléctrica no cérebro. Um EEG pode registrar esta actividade de forma segura e indolor. Ocorrem súbitas eclosões de actividades eléctricas, algumas de alto potencial e o registro do EEG aparenta estar caótico. Muitas dessas alterações eléctricas tornam-se mais marcantes à medida que a criança adormece. Este padrão é chamado de "Hypsarritmia" (hypsos=altura e rhytmos= ritmo). Estes ataques foram primeiramente descritos pelo Dr. West (1841) em relação ao seu próprio filho. Algumas crianças podem chorar e/ou gritar antes ou após as convulsões e mostram-se geralmente muito irritadas. O presente Síndrome apresenta um padrão electroencefalográfico característico, chamado de Hypsarritmia, é um atraso psicomotor, que pode variar do leve ao severo, dependendo da evolução do caso. Os espasmos infantis causados pela síndrome não possuem uma causa única. Eles surgem como resultado de muitas e diferentes condições. Algumas vezes ocorrem em bebés com desenvolvimento abaixo da média e em relação aos quais já se sabe que são possuidores de condições neurológicas que afectam o desenvolvimento do cérebro. Tais condições podem ter seu início antes do nascimento, por volta do tempo que antecede o nascimento ou como resultado de doença nos primeiros meses de vida: Lisencefalia (um padrão anormal de desenvolvimento do cérebro começando nos primeiros estágios da gestação); Encefalopatia neonatal (como resultado de um insuficiente volume de sangue fornecido ao cérebro durante a gestação ou durante o nascimento); Meningite (nas primeiras fases de vida). O Síndrome de West pode ser dividido em dois grupos, com relação à causa: o criptogénio (quando a causa é desconhecida), onde a criança é normal até os inícios dos espasmos, sem qualquer lesão cerebral detectável; e o grupo sintomático (de causa conhecida), onde há prévio desenvolvimento neuropsicomotor anormal, alterações ao exame neurológico e/ou lesões cerebrais identificadas por exames de imagem. Em aproximadamente 80% dos casos a síndrome de West é secundária, o que vale dizer que depende de uma lesão cerebral orgânica. Em muitos casos é possível determinar a etiologia da síndrome: encefalites a vírus, anoxia neonatal, traumatismo de parto, toxoplasmose, Síndrome de Aicardi, esclerose tuberosea de Bounerville. Inicia-se quase sempre no primeiro ano de vida, principalmente entre os 4 e 7 meses de idade. O sexo masculino é o mais afectado (na proporção de 2 para 1). O EEG, ao lado do quadro clínico, é fundamental para diagnóstico, recebendo traçado anormal o nome hipsarritmia. O EEG caracteriza-se Por ondas de grande amplitude, lentas e pontas-ondas lentas. Não há um ritmo de base organizado. O síndrome de West consiste numa tríade de sinais clínicos e electroencefalográficos atraso do desenvolvimento, espasmos infantis e traçado electroencefalográfico com padrão de hipsarritmia. As crises são traduzidas por espasmos ou uma salva de espasmos com seguintes características: flexão súbita da cabeça, com abdução dos membros superiores e flexão das pernas. É também comum a emissão de um grito por ocasião do espasmo. A hipsarritmia pode desaparecer ou transformar-se no decorrer do tempo. Crianças apresentam sinais e sintomas de dano cerebral podem vir a apresentar um quadro de deficiência intelectual no futuro, elas devem ser estimuladas desde o início para elevar o seu nível intelectual e psíquico. O prognóstico, mesmo nos casos tratados precocemente, permanece reservado, observando-se em 90% dos casos a presença de deficiência mental. Os distúrbios psiquiátricos são muito frequentes.  Há uma grande melhoria dos espasmos infantis com uso intensivo do ACTH (hormónio adrenocorticotrófico) em suas apresentações injetáveis como: ACTHAR (Corticotrophin) da Rhône Poulenc Rorer Pharmaceutical inc ou a sua forma de H.P.ACTHAR Gel (Repository Corticotrophin injection). Dizemos que este tratamento pode interromper o quadro convulsivo, porém só deve ser utilizado sob rigoroso controle médico, já que os corticóides não agem apenas no sistema nervoso central, mas todo o organismo da criança, inclusive em seu sistema imunológico.  Segundo os autores Zajerman e Medina somente se utiliza esta medicação em casos de Síndrome de West considerados criptogénicos, e não em espasmos infantis resultantes de lesões cerebrais. Há casos em que a resposta terapêutica pode aparecer em até 48 ou 72 horas após aplicação de uma primeira dose do ACTH, podendo haver uma possibilidade de recidiva de crises nos casos considerados mais graves na dependência da precocidade do diagnóstico e da extensão e gravidade da lesão cerebral associada. Outros medicamentos têm sido utilizados, isoladamente ou em combinação nos casos de espasmo infantis, como o Clonazepam, o Ácido Valpróico, o Fenobarbital e o Vigabatrin. Pode recorrer-se sempre à fisioterapia, à natação, ensino diferenciado, apoio individualizado, terapia da fala, estimulação global, terapia ocupacional, etc. Visando sempre o desenvolvimento global da criança/jovem e tentando sempre uma melhoria efectiva da sua qualidade de vida. Para que isto aconteça, é necessário que pais, professores, médicos, restantes técnicos e comunidade em geral se envolvam e associem no sentido da discussão, intervenção e do conhecimento. O Processo Ensino-Aprendizagem deve ser organizado e estruturado de forma a privilegiar o desenvolvimento geral da criança ou jovem. Deve existir uma equipa de profissionais que trabalhem no sentido de suprimir as dificuldades da criança ou jovem. A criança/jovem deve beneficiar de áreas que possibilitem e auxiliem o seu desenvolvimento, tais como: terapia da fala; terapia ocupacional; psicomotricidade; apoio psicológico; fisioterapia; áreas de expressão; actividades aquáticas; massagens; informática; actividades da vida diária; etc... O trabalho realizado pelos técnicos (professor, educadora, psicóloga, terapeutas, etc.), assim como a interacção de todas as áreas acima mencionadas deverão procurar elevar o nível cognitivo; autonomia pessoal e social; comunicação; psicomotor; sócio-afectivo; assim como desenvolver a área sensorial-perceptiva.

Sugiro que se organizem, troquem experiências e testemunhos... Amigos, pais e familiares... No sentido de conhecermos melhor esta problemática... Porque não criarem uma associação, um grupo de apoio, ou outra ponte de partilha e de comunicação?


Sugestões:

http://www.westmariana.com/

http://edif.blogs.sapo.pt/43996.html

http://edif.blogs.sapo.pt/34674.html

http://edif.blogs.sapo.pt/34480.html

http://edif.blogs.sapo.pt/11724.html

http://moisesapertbr.br.tripod.com/moisesapertbr/id13.html

http://www.e-familynet.com/artigos/articles.php?article=450

http://www.artigonal.com/medicina-artigos/sindrome-de-west-na-hidroterapia-593689.html

http://www.estsp.pt/~paa/infprev/Prev%205.2.3.3.htm

http://www.esaac.org/index.php?option=com_content&task=view&id=35&Itemid=45

http://www.profala.com/artpc5.htm

http://www.estsp.pt/~paa/infprev/Prev%205.2.3.1.htm

http://www.clik.com.br/caa_01.html

http://www.espaciologopedico.com/articulos2.php?Id_articulo=138

http://br.geocities.com/eduardus_2000/comunicacao.html

http://www.multikulti.org.uk/pt/health/learning-disability/index.html

http://nonio.ese.ips.pt/primeiros_passos/forum/viewtopic.php?t=45&sid=44403245cd1c3e26ae5226ab32ada6cc

http://www.inr.pt/content/1/59/ajudas-tecnicas-produtos-de-apoio

http://www.acessibilidade.net/certic_utad.php

http://www.ajudas.com/notVer.asp?id=1512

 

BOM TRABALHO! Muita força!

António Pedro Santos


Divulgação

O Centro ABCReal Portugal anuncia a realização de um

Workshop sobre ABA e Autismo

de 2 módulos de 8 horas cada um,

implementado pela Dra. Sónia Assunção, Responsável Técnica do Centro.

 

O primeiro módulo no sábado de 9 de Novembro e o segundo no sábado de 16 de Novembro.

Ambos os Workshops a começar às 10hs. e a terminar às 18.30hs.

 

Na rua Rui Furtado, nº.14ª, Charneca da Caparica

( junto à igreja)


Depoimento

Relativamente a Atraso Global do Desenvolvimento Psicomotor

Gostei muito de ter encontrado essas informações, estou em busca de um diagnóstico para meu filho de 4 anos que ainda não fala, mas já pronunciou algumas palavras e frases, já estamos descartando o autismo, e as informações aqui contidas serão de grande importância. Sou de Guarulhos - São Paulo - Brasil. Obrigada!


Depoimento

Relativamente a Niveis e Tipos de Deficiência Mental

Boa tarde, sou neuropsicóloga e estou em meio à elaboração de um relatório devolutivo de um paciente portador de deficiência mental. Agradeço pelo excelente artigo; irei utilizar algumas informações - visto que é tema é delicado e precisa ser abordado com muito cuidado; assim, explicações simples e concisas - como está em seu artigo, são primordiais. Parabéns!!!


Apoio on line

Olá, minha filha está com 6 meses de idade e descobri que ela tem a sindrome Kliippel trenaunay, gostaria de saber se tem algum tratameno ou cirurgia para resolver esse problema.

 

O síndrome de Klippel-Trenaunay é uma doença rara, estando registados cerca de mil casos em todo o mundo - em Portugal estão identificados menos de dez. Trata-se de uma malformação congénita que se dá na 26ª semana de gestação. O Síndrome de Klippel Trenaunay, é a doença de um vaso sanguíneo em combinação com a inflamação de uma mancha pigmentada da pele (uma marca de nascença a qual é da cor do vinho do porto). Crescimento excessivo dos tecidos e ossos fracos ou flexíveis e veias com varizes, uma série de casos desde os mais moderados aos mais graves, com uma variedade de possíveis complicações. O início da doença ocorre usualmente antes do nascimento ou durante a primeira infância. O síndrome de Klippel-Trenaunay é descrita como tríade que consiste de hemangiomas capilares cutâneos, hipertrofia óssea e de tecidos moles e dilatações venosas. A etiologia é incerta. Sugere-se , porém, ser resultado de anormalidade mesodérmica que ocorre durante o desenvolvimento fetal levando à manutenção de comunicações artério-venosas microscópicas nos tecidos. As manifestações clínicas dependem do segmento corporal afetado, geralmente um dos membros corporais, unilateralmente. As mais comuns são: hemangiomas cutâneos, dilatações venosas, aumento do membro afetado e das extremidades (macrocefalia e acromegalia). Hemorragia digestiva baixa pode ser sintoma raro nos pacientes com varicosidades peri-retais e colônicas. A doença caracteriza-se sobretudo por problemas no sistema venoso, assimetria corporal, macrocefalia, gigantismo, manchas no corpo, dificuldades renais e na visão e ligeiro atraso no desenvolvimento intelectual. Fisicamente, detecta-se pela estatura elevada, um lado do corpo maior que o outro, cabeça muito grande (macrocefalia), testa saliente e olhos encovados. Características:
Membros: Congénito ou hipertrofia de recém-nascidos habitualmente, mas ocasionalmente mais do que um membro. A condição envolve uma perna em cerca de 75 % dos casos. A hipertrofia pode não coincidir necessariamente com a área de envolvimento hemangiomático. Pele: As lesões vasculares variam bastante e incluem os seguintes tipos: capilar, hemangiomas porosos e varicosidades. Estas lesões podem ocorrer em qualquer área, mas são mais frequentes nas pernas, nádegas, abdómen, tronco abaixo. Predomina uma distribuição unilateral, mas um envolvimento bilateral não é comum. Outras: Fistula arteriovenosa, anomalias linfoagiomaticas, atrofia. Mãos e pés: Macrodactilia: Crescimento desproporcional tanto grande quanto pequeno dos dedos, sindactilia, polidactilia, etc. Pele: Hiperpigmentada, sinais, úlceras e bolhas, recém-nascidos e na infância marmurata (por baixo da pele). Crânio: Hipertrofia facial assimétrica hemagiomata, macrocefalia, devido a um grande cérebro intercraneo. Caleifícações e anormalidades do olho, tais como cataratas, glaucoma, heterocromia e uma pupila marcus gunn. Orgão: Visceromelagia, hemangiomata dos órgãos intestinais, sistema urinário, mesenterio e pleura. Aberração raras sanguíneas maiores. Comportamento: Deficiência mental que podem ocorrer em pacientes com os hemagiomata facial. Crescimento: Estatura pequena, estatura grande, outras e ausência da veia cava inferior. O paciente usual com este síndrome passa relativamente bem sem qualquer tratamento ou com compressas elásticas. Podem ter um crescimento desproporcional o qual requer fusão epiphydeal ou remoção das falanges apropriadas. Junção desconfortável, não é comum e podem aparecer problemas nas articulações. Inchaço da perna pode ser enfadonho. Úlceras e outras dificuldades crónicas podem ocorrer. Raramente é necessário uma intervenção cirúrgica. Hemangiomata das vísceras, cérebro, olhos, sistemas urinário e gastrointestinal e outras áreas devem sempre ser examinadas numa desordem extremamente variável. A ressonância magnética é um dos meios para detectar as más formações vasculares. A maior parte dos casos do Síndroma de KTW, são esporádicos. Contudo em alguns, outros membros da família têm algumas manifestações clínicas do síndrome, e um modo automático dominante de herança tem sido sugerido. O síndrome de Klippel-Trenaunay é raro e como tal existe muito pouca “coisa” acerca deste. Porém, poderão ser realizadas diversas acções no sentido de melhorar a qualidade de vida da pessoa. Por conseguinte, devem ser movidos  e accionados todos os apoios necessários desde a fase de nascimento, através de consulta de desenvolvimento, consulta de especialidade e intervenção precoce. Posteriormente a criança/jovem deverá de beneficiar de apoio escolar, nomeadamente (de acordo com o indivíduo): apoio personalizado, adequações curriculares, currículo específico, etc... Paralelamente a isto e ao longo da vida, existem áreas e terapias que poderão ser uma mais valia para a pessoa, designadamente: natação, hidroginástica, ginástica... hipoterapia, hidroterapia, terapia pela arte... terapia ocupacional, apoio psicológico, terapia da fala, fisioterapia... Em suma, para lidar com um síndrome desta natureza, isto é, raro... É necessário a participação de toda a comunidade, órgãos do estado, ministério da saúde, educação e solidariedade social... No sentido de possibilitar a aquisição de capacidades académicas e sociais, melhorar a qualidade de vida e a saúde física e propiciar uma integração justa na vida activa. É prioritário associar portadores deste síndrome, pais, professores, médicos e toda a comunidade, no sentido da pesquisa, do estudo, da partilha e do esclarecimento... Só assim teremos uma sociedade integradora, digna e justa, onde todos terão direitos iguais. Não parem de pesquisar e de trocar impressões... O conhecimento depende disso! Dada a especificidade e raridade do síundrome... E uma vez que temos tido bastantes contactos para esclarecimento e ajuda desta problemática.


Entre no grupo Klippel Trenaunay no Facebook, temos mães que compartilham suas experiencias.

 

Alguma bibliografia:

Azizkhan, R.G. Life Treating Hematochezia From a Rectosigmoid Vascular Malformation in Klippel-Trenaunay Syndrome: Long-Term Palliation Using an Argon Laser. J Ped Surg, 26 (9), 1991.

Darwish, K. & Bleau, B.L. Extensive Small Bowel Varices as a Cause of Severe Anemia in Klippel-Trenaunay-Weber Syndrome. Am J Gastroenterol, 93 (11), 1998.

Klippel M. & Trenaunay, P. Du naevus variqueux osteohypertrophique. Arch Gen Med Paris, 3: 611-672, 1900.

Moodie, D., Driscoll, D., Salvatore, D. Peripheral Vascular Disease in Children, In: Young, J., Olin, J., Bartholomew, J., Peripheral Vascular Diseases, 2nd edition, Mosby Yearbook Publishers, 1996, p541-52.

Myers, B.M. Treatment of Colonic Bleeding in Klippel-Trenaunay Syndrome with Combined Partial Colectomy and Endoscopic Laser. Dig Dis Sci, 38 (7), 1993.

Servelle, M. Klippel and Trenaunay´s Syndrome _ 768 operated cases. Ann Surg, 201 (3), 1985.

 

Locais de interesse:

http://edif.blogs.sapo.pt/30707.html

http://www.sbcp.org.br/revista/nbr222/P109_112.htm

http://www.hon.ch/HONselect/RareDiseases/PT/C14.907.077.410.html

http://www.dermis.net/dermisroot/pt/42531/diagnose.htm

http://www.lookfordiagnosis.com/mesh_info.php?term=S%C3%ADndrome+De+Klippel-Trenaunay-Weber&lang=3

http://www.semesp.com.br/article.php?recid=70

http://www.hemangiomas-tratamento.com/p-klippel.htm

http://bases.bireme.br/cgi-bin/wxislind.exe/iah/online/?IsisScript=iah/iah.xis&src=google&base=LILACS&lang=p&nextAction=lnk&exprSearch=335195&indexSearch=ID

http://adam.sertaoggi.com.br/encyclopedia/ency/article/000150.htm

http://doencasraras.tripod.com/id9.html

http://www.lookfordiagnosis.com/cases.php?term=S%C3%ADndrome+De+Klippel-Trenaunay-Weber&lang=3

http://www.hemangioma.com.br/sheman.html

http://klippeltrenaunay.forumfree.net/

http://doencasgeneticas.bloguepessoal.com/34653/Sindrome-de-Down/

http://www.spreumatologia.pt/publicacoes/?file_main=artigo_detalhe&cod=357&id_pub=1&id_edicao=682&opcao=1

António Pedro Santos


O papel do Teatro no contexto da Inclusão: novas oportunidades fora de portas.

A Associação Nacional de Arte e Criatividade de e para Pessoas com Deficiência, ANACED, Instituição Particular de Solidariedade Social que promove anualmente iniciativas de inclusão que dão visibilidade às reais potencialidades das pessoas com deficiência e que visam contribuir para o alcance de uma sociedade na qual todos se sintam respeitados e reconhecidos nas suas diferenças, organiza no próximo dia 14 de Novembro, no Auditório da Companhia Farmacêutica GlaxoSmithKline, sito na Rua Dr. António Loureiro Borges, n.º 3, Arquiparque – Miraflores, o EN’Arte – 5º Encontro Nacional de técnicos e pessoas com deficiência que enquadram a sua actividade nas práticas artísticas, este ano sobre o tema O papel do Teatro no contexto da Inclusão: novas oportunidades fora de portas.
 
Muitos acreditam que o teatro para uma pessoa com deficiência só tem utilidade e função como terapia ocupacional ou reabilitação.
No entanto, a produção artística de uma pessoa com deficiência pode ser tão boa quanto a de qualquer outra pessoa. Logo, encarar a produção ou intenção artística de uma pessoa com deficiência como fazendo parte somente de um processo de reabilitação ou de inclusão social, são atitudes que podem ceifar o potencial artístico da mesma.
 
É, pois, pertinente criar um espaço de debate reflexivo, entre actores com e sem deficiência, encenadores, produtores, técnicos, professores, estudantes e demais interessados, que partindo do tema e das questões, Que tipos de respostas existem para as pessoas com deficiência/doença mental que querem praticar esta expressão artística? Será que sem uma formação académica os actores com deficiência/doença mental podem aspirar à profissionalização e inserção no mercado de trabalho? Qual a abertura dos espaços culturais para integrarem nas suas programações espectáculos realizados por pessoas com deficiência/doença mental? possa conduzir a um conhecimento mais alargado desta realidade de forma a aumentar a intervenção na construção de uma sociedade verdadeiramente inclusiva.
 
Neste sentido, vimos por este meio convidá-lo (a) a participar neste Encontro, e a enriquecê-lo com o seu contributo.
 
Para aceder ao Programa (Paineis e Workshop Prático) e à Ficha de Inscrição, clique aqui: http://anacedarte.wix.com/anaced#!enarte/cb04.
 
A inscrição é gratuita e deve ser enviada à ANACED até ao dia 12 de Novembro, através do e-mail (anaced@net.sapo.pt), por correio (Rua do Sítio ao Casalinho da Ajuda, 1349-011 Lisboa) ou por fax 21 364 86 39.
Com os melhores cumprimentos,
 
A Direcção da ANACED

 

ANACED
Associação Nacional de Arte e Criatividade de e para Pessoas com Deficiência
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1349 -011 Lisboa
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Divulgação

O Centro ABCReal Portugal anuncia a realização de um

Workshop sobre ABA e Autismo

de 2 módulos de 8 horas cada um,

implementado pela Dra. Sónia Assunção, Responsável Técnica do Centro.

 

O primeiro módulo no sábado de 9 de Novembro e o segundo no sábado de 16 de Novembro.

Ambos os Workshops a começar às 10hs. e a terminar às 18.30hs.

 

Na rua Rui Furtado, nº.14ª, Charneca da Caparica

( junto à igreja)

 

 

Inscrição para cada módulo ( 40€ )

Inscrição conjunta para os 2 módulos ( 60€ )

Inscrição para geral@centroabcreal.com e com comprovativo de transferência para o

NIB 0007 0000 00656371647 23

Número mínimo de participantes: 5

Número máximo de participantes: 10

 

 

www.centroabcreal.com

  +351 964 042 747


Apoio on line

Ola. Andando a procura de novas formas para ajudar o meu filho, acabei por encontrar a vossa pagina. Ou eu não encontro ou não é muito comum falarem deste tipo de ‘problema’.

O meu filho tem 4 anos e 5 meses  e esta com um atraso significativo na fala.

 entrou para o pré escolar aos 3 anos, desde então que tenho visto grandes melhorias, da mesma forma que também esta a fazer terapia da fala.

Desde cedo que tentávamos ‘obrigar’ a que ele nos pedisse as coisas, o querer agua, o querer qualquer coisa, mas como ‘a luta’ era grande, ele acabou por se desenrascar sozinho e aos poucos foi deixando de pedir …… fazendo ele próprio as coisas.

A questão e mesmo só da fala.

Ele neste momento diz varias palavras, mas nenhuma é dita de forma direita, por norma diz a ultima sílaba  ou as duas ultimas sílabas das palavras. Não constrói frases, apenas  diz por exemplo na frase: mama já fiz coco’ ele diz, mama coco,  ….

Se algum menino lhe ‘faz mal’ ele não se defende e não conta a ninguém.

Não sei se e intuição ou se muita vontade que ele desenvolva na totalidade, mas sinto que ele esta numa fase em que, ou ‘se empurra’ e ele vai, ou se deixa e ele continua assim .digo isto porque fazendo comparações em relação ao pre escolar, este ano já consigo ‘arrancar ‘ dele algumas coisinhas que se passem la, coisa que o ano passado era impossível… ele já tenta dar me os recados que mandam da escolinha, … entre varias coisas.

Para alem da pré escolar, da terapia da fala e do trabalho em casa, queria fazer mais por ele, mas não sei como….

Um dia destes lembrei me se haverá algum desporto que ele possa fazer para’ puxar’ por ele, mas não sei qual.

Reparo que ele e muito distraído, ou pelo menos, não presta atenção nas coisas que esta a fazer.como contar, ele conta ate dez, mas se for alguém a pedir para contar ele troca os números, já consegue escrever o primeiro nome dele, mas se não estiver ninguém a beira dele, por exemplo, já troca as letras do nome….

Eu sei tb que o meu estado não ajuda muito, pois sou uma pessoa com depressão crónica, e com crises de pânico. Neste momento vivemos só os dois e tem alturas que apetece desistir …

E difícil controlar a minha ansiedade em relação a esta situação . Todos os meus dias são dedicados a ele, esquecendo me por vezes de mim ….

O importante aqui e as possibilidades que o meu pequenino tem de superar este obstáculo.

Peço desculpa se o meu texto esta um pouco confuso e agradeço muito se me puderem ajudar nesta situação. Seja com documentos para ler (ate aprendi a gostar de ler)para me informar de mais alguma coisa, seja com ideias, seja com qualquer coisa.

Fico a aguardar alguma resposta.

Obrigado

Cumprimentos

Angela Barros

 

Bom dia minha amiga... Desde já obrigado pelo seu testemunho. De uma forma geral, o processo de aquisição da comunicação é lento, gradual, evolutivo e envolve diferentes factores, tais como: orgânicos, psicológicos, culturais, afectivos, entre outros... Os problemas de comunicação, fala e linguagem podem ser percebidos desde o início da infância, e vários deles podem ser superados com o decorrer do tempo. Podemos destacar: o mutismo (incapacidade de articular palavras – causado por transtornos do sistema nervoso central, problemas auditivos, psicológicos...); o mutismo selectivo (ausência total e persistente da linguagem, em determinadas circunstâncias ou diante de determinadas pessoas); dislalia (distúrbio na articulação dos sons, fundamentalmente devido a dificuldades na discriminação auditiva e/ou problemas orofaciais, fatores psicológicos e ambientais - pode manifestar-se de diversas formas, como mostram os exemplos a seguir: omissão; acréscimo; distorção ou substituição); disglossias (dificuldades na produção oral, devido a alterações anatómicas e/ou fisiológicas dos órgãos articulatórios); disartria (problema articulatório que se manifesta na dificuldade para realizar alguns ou muitos dos movimentos necessários à emissão verbal); disfluência (distúrbio que afecta a fluência da fala e caracteriza-se por interrupções no ritmo e na melodia do discurso – gagueira); disfasia (distúrbio profundo dos mecanismos de aquisição da linguagem):

Assim sendo, é de extrema importância realizar-se e estruturar-se uma intervenção precoce, preferencialmente antes dos 4 ou 5 anos de idade – isto para que,  a criança não tennha problemas relacionados com a comunicação durante a fase de aprendizagem da leitura e da escrita (1º Ciclo):

A terapia da fala recomenda-se quando o desvio persiste e está muito fora do padrão linguístico. Nestas sessões, realizar-se-ão exercícios articulatórios e interacção da criança com a linguagem – o objectivo principal é que a criança tenha a consciência fonológica e organização vocabular.

No que ser refere á prática de exercício físico, penso que qualquer um que seja do agrado do seu filho é válido – é imperioso que se sinta bem.

A actividade física regular está associada a imensos benefícios ao nível da saúde física e mental. Ao longo dos últimos anos, a prática regular de exercício físico tem sido reconhecida como uma alternativa não medicamentosa ao tratamento e prevenção de doenças crónico-degenerativas, promovendo a saúde e a sensação de bem-estar (Warburton, Nicol & Bredin, 2006) com benefícios evidentes tanto na esfera física quanto cognitiva.

O exercício físico é de extrema importância para a redução da tensão arterial; redução de peso e obesidade; redução da diabetes; proteção contra a osteoporose e enfraquecimento dos ossos; redução da doença coronária/cardiovascular, entre outros...

A prática do exercício físico pode contribuir para uma melhoria efetiva da saúde mental, no que concerne à capacidade de resistir às exigências da rotina diária, controle dos níveis de ansiedade, combate às depressões, construção da identidade pessoal, etc...

Estudos realizados na última década apontam para a existência de efeitos positivos da prática regular de exercício físico ao nível da saúde mental, em diferentes indicadores tais como os estados de humor, a depressão, a ansiedade, o stresse e a autoestima (Biddle, Fox, & Boutcher, 2000).

Os efeitos indiretos do exercício físico na saúde mental são: a melhoria da qualidade de vida e bem estar do indivíduo, assim como o desenvolvimento de um estilo de vida saudável preventivo de doenças.

Os efeitos diretos do exercício físico na saúde mental são: a prevenção/tratamento de desordens mentais; a melhoria do bem estar psicológico (estados de humor e autoperceções); a melhoria do funcionamento mental (gestão do stresse, sono e cognição) e melhoria do bem estar social (autonomia, interação e cidadania).

Prevenção das doenças mentais: depressão clínica (os efeitos do exercício físico são tão positivos como a psicoterapia); desordens mentais (os efeitos do exercício físico face aos acessos de pânico e ansiedade e esquizofrenia); ansiedade, pânico e fobias; desordens obsessivo-compulsivas; esquizofrenia e psicoses.

Estudos realizados sugerem que exercícios, nomeadamente os aeróbios, contribuem para a preservação da memória, qualidade do sono, humor, diminuem os níveis de stresse, combatem as doenças ligadas ao envelhecimento e ainda ajudam a controlar os sintomas de depressão e ansiedade. Os estudos também indicam que a prática de atividade física fortalece o sistema imunitário, diminui a dor crónica e melhora a atenção e concentração. Isto ocorre devido ao aumento de endorfinas (substância química que provoca uma sensação de prazer, euforia e bem estar) no sistema nervoso.

Esta sensação de bem estar provocada pelo exercício reflete-se diretamente na autoestima, ao nível social, profissional, espiritual, físico – conferindo perceções específicas da situação contextual do indivíduo.

Para além disto, o exercício físico também promove benefícios sociais, combatendo o isolamento e proporcionando integração do indivíduo.

Em suma, não se esqueça que sendo a mãe e a sua principal educadora e transmissora de informação e conhecimento. Deverá fazer um esforço por estar bem e melhorar a sua condição psicológica e humana. Isto é, também tem de preocupar-se consigo – se estiver bem, o seu filho beneficiará de um auxilio com maior qualidade da sua parte.

Qualquer dúvida estarei à disposição

Cumprimentos e muita força.

António Pedro


Sugestões de visita:

http://edif.blogs.sapo.pt/98680.html

http://edif.blogs.sapo.pt/99179.html

http://edif.blogs.sapo.pt/98218.html

http://edif.blogs.sapo.pt/97573.html

http://guiadobebe.uol.com.br/os-riscos-do-atraso-no-diagnostico-de-problemas-de-fala/~

http://www.slideshare.net/dulce910/23128537-comunicacaolinguagemfala

http://ria.ua.pt/bitstream/10773/1046/1/2009001359.pdf

http://falaremterapeutica.blogspot.pt/2007/05/atraso-do-desenvolvimento-da-linguagem.html